29/3/2010 – Servidores da SRTE exigem respeito

O SINDPREV-AL e os servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) de Alagoas vem a público denunciar atos contrários a livre e democrática representação dos trabalhadores praticados pelo atual superintendente, SR. HETH CESAR BISMARK. O referido senhor desrespeita completamente o movimento sindical brasileiro ao agir de forma destemperada, ao mesmo tempo que ameaça os servidores cotidianamente.

Esses fatos são a pura realidade de opressão a que estão sendo submetidos os trabalhadores da SRTE e seus legítimos representantes.

Muito nos estranha essa atitude do SR. HETH CESAR, principalmente por ser um representante do governo federal, cujo presidente da República foi ele mesmo vítima desse tipo de perseguição mesquinha.

O SINDPREV-AL informa ainda que no último Congresso Estadual da categoria foi aprovada uma moção de repúdio (veja abaixo), onde, por unanimidade, os servidores presentes ao evento taxaram como inaceitáveis essa atitude do SR. HETH CESAR BISMARK. O SINDPREV-AL informa ainda que a referida moção de repúdio foi encaminhada para todas as autoridades competentes do governo federal, ao qual o superintendente é vinculado. Encaminhamos ainda para a CUT, OIT, MPF, MPE, OAB e demais entidades da sociedade civil organizada.

Por fim, o SINDPREV-AL e os servidores da SRTE exigem o fim das hostilidades contra a representação sindical no órgão, ao mesmo tempo que cobramos liberdade sindical e autonomia dos trabalhadores para a realização das manifestações necessárias para a manutenção do ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, coisa que o SR. HETH CESAR BISMARK, como advogado, deveria zelar e defender.

MOÇÃO DE REPÚDIO

Os Delegados (as), do VIII Conesps, realizado em Maceió, no período de 18 a 21 de março/2010, vem repudiar a prática anti-sindical, ditatorial e de direita com que tem tratado o Superintendente da SRTE de Alagoas os Servidores e os Diretores do Sindprev-Al quando determinou a abertura de processo administrativo e policial contra os mesmos. Devido o caráter arbitrário da denúncia, bem como a falta de embasamento jurídico da mesma, fica confirmada a intenção clara de prejudicar a luta dos trabalhadores através de práticas anti-sindicais e da perseguição das lideranças do movimento de forma truculenta, digna dos anos de chumbo da ditadura militar.

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