7/5/2010 – Previdência esconde seus servidores doentes

A reportagem tem tentado, sem sucesso, obter informações sobre denúncia feita por sindicatos de previdenciários de que o número de servidores do INSS afastados por motivo de doenças é muito alto e que o MPS nada faz para resolver a situação de quem apresenta doenças profissionais ocasionadas por LER (Lesões por Esforços Repetitivos).

A publicidade oficial, no tempo do ministro José Pimentel (PT/CE) anunciava que o atendimento máximo para se obter um benefício seria de 30 minutos.

Por causa disso foi um deus nos acuda e até aumentaram, comprando é claro, as horas trabalhadas, de seis para 8 horas/dia. Isso não funciona em todo o país porque os trabalhadores não são os mesmos e a documentação de alguns se perdeu no tempo, obrigando-os a longa procura por antigos patrões, o que não dá para ser feito e m 30 minutos.

Também o tempo médio do acervo foi diminuindo e isso à custa do esforço dos servidores nas agências do INSS. A correria foi e é geral e o resultado (que o ministério não quer confirmar) é que mais de mil servidores foram “encostados” por doenças do trabalho.

A maioria foi daqueles que optaram pelas 8 horas de trabalho/dia. As denúncias feitas até no Ministério Público dão conta que muitos servidores continuam a trabalhar mesmo doentes para não perderem uma gratificação pessoal que diminui se o servidor adoecer e for afastado.

Já há movimento nacional exigindo a diminuição da jornada de trabalho para 6 horas/dia, como era antes de junho de 2009, mas também sobre isso o Ministério da Previdência alega nada saber. Blog do Fagundes –Semanário de Notícias.

Fonte: Sindprevs/PR

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