Movimento unificado de servidores traça estratégias de mobilização

Sindicatos se uniram para protestar permanentemente contra a política salarial apresentada pelo governador Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Os sindicatos da Educação, Agentes Penitenciários, Policiais Civis e associações de militares estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira, 2, em uma grande assembleia, realizada em frente ao Palácio República dos Palmares para discutir estratégias de mobilização contra a política salarial apresentada pelo governador Teotônio Vilela Filho (PSDB).

 O calendário de mobilizações está sendo elaborado para que as categorias que não vão aderir à greve por medo de represálias, a exemplo da Educação e dos Militares, continuem reivindicando melhorias salariais e pressionando o governo a negociar com os servidores.

Militares

Mais de 500 policiais e bombeiros militares participaram de uma assembleia no Clube dos Oficiais, no bairro do Trapiche, para decidir se iriam aderir à paralisação. Mais uma vez a categoria demonstrou receio em se aquartelar. Os militares defenderam a medida durante horas, mas decidiram realizar nova assembleia no dia 10, na Praça Deodoro.

O deputado estadual Judson Cabral (PT), acompanhou a assembleia e reiterou apoio aos servidores do Estado. Cabral disse que estava representando a Comissão de Direitos Humanos da ALE e garantiu que iria intervir para evitar punições aos grevistas.

Depois da assembleia os militares e representantes dos demais sindicatos e membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT) se uniram a centenas de trabalhadores em educação e sem terra no acampamento dos servidores e bloquearam as ruas paralelas ao palácio.

Agentes Penitenciários

Diferente dos policiais militares, os agentes penitenciários ignoraram a decisão da Justiça que considera as graves de servidores ilegal e cruzaram os braços desde as primeiras horas da manhã de hoje.

Apenas os 30% dos serviços estão mantidos. Transporte de presos, banhos de sol e visitas estão suspensas.

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