Arquivo do Autor: Antonio Pereira

Audiência conjunta entre SINDPREV-AL e SINTEAL em Limoeiro de Anadia discute mudança do Regime de Previdência privada para o próprio

Nesta quinta-feira (13) foi realizada uma Audiência Pública no município de Limoeiro de Anadia para discutir a mudança de Regime Previdenciário de Privada para Própria. A Audiência teve participação do professor Milton Canuto, que é especialista neste tema.

Na discussão os trabalhadores tomaram conhecimento sobre o que é Previdência Própria e os seus benefícios.

A Audiência foi realizada de forma conjunta entre o SINDPREV-AL e o SINTEAL.

Reunião do SINDPREV-AL com secretária de Saúde de Capela discute Incentivo, PMAQ, PCCV e melhores condições de trabalho

Em reunião nesta quarta-feira (12) do SINDPREV-AL com a secretária municipal de Saúde de Capela, Maria Aparecida do Nascimento, foram discutidos temas importantes para a categoria, como: Incentivo Adicional com repasse de 60% até o dia 25/12.

Também foi solicitado fardamento e Equipamento de Proteção Individual (EPI).

O PMAQ e o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) também fizeram parte da pauta de discussão na reunião. Com relação ao PCCV foi discutido a apresentação do impacto da folha e a composição da Comissão para elaboração do Projeto até a primeira quinzena de janeiro de 2019. Após essa fase, o Projeto será apresentado em Assembleia para conhecimento dos trabalhadores da saúde.

 

A partir de janeiro/2019 acesso ao Clube do SINDPREV-AL de Arapiraca só com carteira de sócio ou contra-cheque comprovando associação

Comunicamos que a partir do Mês de Janeiro de 2019 só terá acesso ao Centro de Formação e Lazer do SINDPREV-AL os sócios que apresentarem a CARTEIRA de associado ou o contra-cheque indicando que é associado ao Sindicato.
Caso você ainda não tenha a CARTEIRA, dirija-se a Sede Regional do SINDPREV-AL em Arapiraca, que fica localizada na Rua Pastor José Alves, número 56, bairro Jardim de Maria – próximo ao Shopping Center.

 

74 mil famílias já desistiram da Geap, por incapacidade de pagamento

Geap é financiada com recursos deles próprios, da ordem de 85% do valor das mensalidades, sendo que apenas 15% são pagos com contribuição do governo federal
Escrito por: Sintfesp GO

Reunião da mesa nacional de negociação com a Geap, em Brasília, tratou de alternativas que visam viabilizar economicamente o plano, mantendo quem ainda está e trazendo de volta servidores que por falta de condições de pagar as altas mensalidades acabaram expulsos. Diretores do Sintfesp-Go/To, Terezinha Aguiar, Mauro Mota e Mara Regina participaram da reunião que contou com a presença de representantes de entidades nacionais como Fenasps, CNTSS/CUT e Condsef.

 

Sindicatos, Fenasps e CNTSS/CUT tentam em diálogo com a Geap construir alternativa que garanta o autofinanciamento do plano de saúde de milhares de servidores públicos federais, de modo que tenham condições para pagar e se manter ou voltar para o plano de saúde. Diretores do Sintfesp-Go/To, Terezinha Aguiar, Mauro Mota e Mara Regina participaram em Brasília de reunião da mesa nacional de negociação com a Geap.

 

Servidores públicos federais de vários órgãos têm há 70 anos um plano de saúde, a Geap, que é financiada com recursos deles próprios, da ordem de 85% do valor das mensalidades, sendo que apenas 15% são pagos com contribuição do governo federal. Esse plano de saúde em vez de dar tranquilidade ao servidor, seja na prevenção ou no tratamento de doenças, nos últimos anos tem sido uma verdadeira dor de cabeça para a maioria dos trabalhadores e aposentados que dele se utilizam. Isto porque os valores e os reajustes das mensalidades têm sido muito acima da capacidade de pagamento da categoria, o que, na prática, têm expulsado servidores do plano. É o que afirma a Diretora do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência Social nos Estados de Goiás e Tocantins – Sintfesp-Go/To, Terezinha de Jesus Aguiar. “Pessoas que têm 70 anos de idade e contribuíram com o plano por 40 anos estão saindo por não darem conta de pagar”, denuncia.

 

Segundo Terezinha Aguiar, somente numa das modalidades do plano, o “Geap Saúde”, 53 mil famílias assistidas abandonaram o plano. E no plano “Família”, que além de familiares diretos atende também agregados, 21 mil famílias tiveram que deixar a Geap. São, portanto, 54 mil ex-geapeanos fora do plano.

 

Visando encontrar um novo modelo mais solidário de contribuição sem afetar a sustentabilidade da empresa, discutindo a gestão e critérios que impactam no valor atual do plano, mas que considere como fundamental a capacidade de pagamento dos servidores, ontem, 4 de dezembro, em Brasília, foi realizada a 6º reunião da mesa nacional de negociação sobre a Geap, que contou com a participação de três diretores do Sintfesp: Mauro Mota, Mara Regina e Terezinha Aguiar.

 

Para falar sobre o resultado da reunião, Terezinha Aguiar, que é também diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social – CNTSS/CUT, concedeu a seguinte entrevista à Rádio do Trabalhador. A diretora do Sintfesp afirma que os valores atuais das mensalidades da Geap, na prática, têm expulsado servidores do plano. “Pior do que estar inviável é expulsar pessoas que têm 70 anos de idade e contribuíram com o plano por 40 anos!”, denuncia. Segundo ela, só no Geap Saúde, 53 mil famílias assistidas saíram do plano. No plano Família (agregados) 21 mil famílias tiveram que deixar a Geap.

 

Esse quadro exige mesmo a busca de alternativas que mantenham quem está e reincluam quem saiu do plano, daí a importância da reunião desta semana com a Geap que contou com a presença de técnicos em cálculo atuarial que apresentaram um diagnóstico e proposta visando equacionar o problema.

A íntegra da entrevista pode ser assistida em nosso Facebook, neste link: https://bit.ly/2rp9w3W

CUT e demais centrais se unem em defesa do Ministério do Trabalho

Sindicalistas, que prometem resistir contra extinção do MT anunciada pela equipe de Bolsonaro, afirmam que o próximo governo só adota medidas a favor dos empresários
Escrito por: CUT

 

O ato da CUT e demais centrais sindicais contra a extinção do Ministério do Trabalho, na manhã da terça-feira (11), contou até com a participação do superintendente regional da pasta, em São Paulo, Marco Antonio Melchior, que subiu ao carro de som dos sindicalistas para falar em defesa da instituição, que deverá ser fatiada pelo governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

 

A manifestação, diante da sede da antiga DRT, na região central da capital paulista, terminou por volta de 11h30 com um “patrão” sendo transportado em uma rede por escravos, à moda do período colonial, uma forma de denunciar favorecimento aos empresários pelo futuro presidente, como mostra reportagem de Vitor Nuzzi, da RBA.

 

Se você extingue o MT, não tem mais o espaço de diálogo- Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT. “O que se avizinha para o próximo período é mais retirada de direito”, acrescentou o dirigente, lamentando declaração de Bolsonaro de que é preciso optar entre emprego ou direito. “Trabalho sem direito é escravidão.” Segundo ele, o MT ganha visibilidade com suas ações pelo interior, mas o trabalho escravo não se limita a essas áreas. “Tem em São Paulo, tem aqui do lado.”

 

No cargo desde julho, o superintendente regional do Trabalho em São Paulo disse que até agora não chegou nenhuma informação sobre o fim do ministério. “Sabemos o que todos sabem”, comentou Melchior, que é auditor fiscal há 22 anos e enfatizou que sua indicação para a Superintendência foi técnica, conforme preocupação do atual ministro, Caio Vieira de Mello.

 

“Temos inúmeras funções importantes, que não podem deixar de existir”, disse o superintendente, citando serviços como atendimento ao trabalhador e ao imigrante, atividades de economia solidária e fiscalização.

 

Patrimônio

 

O Ministério do Trabalho é um “patrimônio dos trabalhadores”, afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. “A quem interessa a extinção? Aos trabalhadores ou àqueles maus patrões, que ainda escravizam trabalhadores?”, questionou.

 

Ele também se referiu à proposta de lançar uma carteira profissional “verde e amarela”, para trabalhadores com menos direitos, sob a alegação de que isso reduziria custos e facilitaria contratações – embora o impacto da “reforma trabalhista”, criada com essa finalidade, tenha sido praticamente nulo. Para Miguel, querem dividir trabalhadores em “primeira e segunda categoria”.

 

O presidente da CTB, Adilson Araújo, acredita que acabar com o MT é apenas “o primeiro ensaio” do novo governo, que segundo ele visa ao “Estado mínimo para atender ao máximo interesse (privado)”. “Eles querem entregar tudo”, afirmou, prometendo resistência. Vice da UGT, Antônio Carlos dos Reis, o Salim, disse que é preciso seguir o exemplo das manifestações recentes na Argentina e na França, por direitos, para mobilizar os trabalhadores no Brasil.

 

No início do ato, o presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira, pediu um minuto de silêncio pelos sem-terra assassinados neste fim de semana no interior da Paraíba. E classificou o ministério de “símbolo da Era Vargas”, destacando atuação em áreas como relações do trabalho, fiscalização e inspeção. Também lembrou que o governo sinaliza com alterações na Previdência: “Querem mandar uma proposta pior que a do Temer”.

 

“Vamos construir uma frente de resistência democrática ampla, sem sectarismo”, garantiu o secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, da Intersindical. “É possível lutar. Vamos enfrentar a extrema-direita.”

 

Nobre, da CUT, enfatizou o discurso da resistência. “Vamos começar o ano fazendo grandes manifestações. Quanto mais eles reprimem, mais a gente vai para a rua.”

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