Arquivo do Autor: Antonio Pereira

POLICIAIS REIVINDICAM MELHORIA NA SEGURANÇA

Polícias Federal,  Rodoviária Federal,  Civil (DF e GO) e Polícia Militar do DF fazem o protesto “União Policial”, amanhã (04/12), às 9 horas, na Praça do Museu da República, com a proposta de paralisar os 26 estados e o Distrito Federal

 

03 de dezembro de 2013

 

Está marcado para o dia 04 de dezembro o protesto “União Policial”, em Brasília. Participarão da manifestação entidades representativas da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Civil (DF e GO). Além disso, a Polícia Militar do DF também tem reunião agendada para o mesmo dia. A concentração será na Praça do Museu da República, às 9h. O protesto faz parte de uma agenda nacional acordada pela Confederação Brasileira dos Trabalhores Policiais Civis (Cobrapol) e pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) no dia 05 de novembro, com a proposta de paralisar os 26 estados e o Distrito Federal.

 

                As manifestações são contra o descaso dos governantes diante do caótico quadro da segurança pública no Brasil que uniram as entidades sindicais em apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 51, do Senador Lindbergh Farias, que prevê uma reestruturação nas polícias. As principais alterações propostas pela PEC é a aplicação do Ciclo Completo, Carreira Única e Desmilitarização das Polícias.

 

Flávio Werneck, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no DF, informa que a manifestação irá respeitar a legislação preservando 30% dos serviços prestados à sociedade. Entretanto, ele ressalta que são muitos os problemas que dificultam o trabalho no Departamento de Polícia Federal. Assédio moral, péssimas condições de trabalho, má gestão, doenças psíquicas e até mesmo suicídios são alguns das adversidades no DPF.


De acordo com levantamento da Fenapef, a desmotivação entre os policiais é tamanha que a cada ano cerca de 250 agentes deixam a Polícia Federal.

 

Programação

 

                Ato em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) para protocolar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei 12.830/13 que centraliza e amplia o poder de investigação ao cargo de delegados de polícia. A ação é uma parceria da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) com a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef).

 

Brasília, 12h30min

 

Reprodução Blog do Servidor, Correio Braziliense.

Servidores da Saúde fazem novo protesto em frente ao Portugal Ramalho

Trabalhadores lutam contra a suspensão do pagamento da Gratificação por Função (GPF) e cobram melhorias salariais

 

03/12/2013

 

Servidores estaduais da saúde fizeram mais um protesto contra a suspensão do pagamento da Gratificação por Função (GPF) e cobrando melhorias salariais. Na manhã deste terça-feira (3), os manifestantes promoveram um ato em frente ao Hospital Escola Portugal Ramalho, no bairro do Farol, em Maceió.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Previdenciários (Sinprev) Cícero Lourenço, a categoria programou uma série de manifestações para solicitar as melhorias para os servidores da saúde. “Nós temos uma agenda de atos programados. Daqui do Portugal Ramalho iremos também para a frente da sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)”, disse Lourenço.

Servidores da Saúde fazem novo protesto (Foto: Clariza Maria)

Segundo o Sinprev, os trabalhadores estão aderindo a paralisação em frente aos hospitais. Uma enfermeira plantonista do Portugal Ramalho, que não quis se identificar, falou sobre a falta de medicamentos e materiais para trabalhar. “Nós estamos reivindicando melhorias para a nossa categoria, mas que também beneficiam os pacientes”, destacou.

Na próxima quinta-feira (5), os agentes realizarão um novo ato e ameaçam entrar em greve. “Estes pequenos atos são uma preparação para caso o governo não atenda as solicitações da categoria. Se não formos atendidos, os servidores entrarão em greve geral”, afirmou.

Também participam da mobilização o Sinsamu e funcionários da Samu.

 

Reprodução Gazetaweb.

Editais de concursos públicos geram brechas e polêmicas na Justiça

Maioria das reclamações na Justiça se refere a informações ambíguas ou obscuras em textos que deveriam afastar dúvidas sobre as seleções

 

Bárbara Nascimento

Publicação: 02/12/2013

 

Cristiano Silva coleciona reclamações de certames dos quais participou. Calendário confuso é uma delas

Apesar de ser elaborado como um guia para que o candidato oriente os estudos e saiba das exigências do cargo e do concurso público de interesse, os editais têm sido sinônimo de dor de cabeça para milhares de pessoas. Confusos e cheios de restrições, eles muitas vezes contêm informações ambíguas, interpretadas conforme os interesses dos órgãos contratantes. O portal da transparência do Ministério Público Federal (MPF) revela: 95% dos procedimentos extrajudiciais — ou seja, solucionados por meio de acordos — relacionados às seleções se referem a editais. Entre os processos judiciais (que vão a julgamento) e inquéritos policiais que tratam do tema, 83% são sobre o documento.

Os problemas, segundo os especialistas, são vários e entopem, além do MPF, os tribunais. Não à toa, uma série de jurisprudências já existe quando o assunto é certame público. “As organizadoras querem beneficiar os contratantes e não levam em consideração os direitos que os candidatos têm. Falta informação precisa nos editais”, afirma o professor Ernani Pimentel, um dos fundadores da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac).

À falta de clareza se somam, por exemplo, falhas na divulgação do cronograma e a cobrança, nas provas, de conteúdo não citado no edital. “O que percebo é que, muitas vezes, a banca pega um índice do livro e copia no edital. Nem tudo que colocam cai. Além disso, o inscrito é surpreendido por matérias que sequer contavam no documento”, diz o professor Tiago Pugsley, do IMP Concursos.

 

Reprodução Correio Braziliense.

 

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,6 anos em 2012, segundo IBGE

O valor varia de acordo com a idade do brasileiro. Para pessoas acima de 80 anos, a expectativa é de que vivam mais 9,1 anos

 

Publicação: 02/12/2013

Rio de Janeiro – A expectativa de vida ao nascer no Brasil chegou a 74,6 anos em 2012, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (2/12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Diário Oficial da União. Em 2011, a expectativa de vida era 74,08 anos.
O valor varia de acordo com a idade do brasileiro. Para um brasileiro de 40 anos, por exemplo, a estimativa é que ele viva até os 78,3 anos. Já para pessoas acima de 80 anos, a expectativa é de que vivam mais 9,1 anos.
Reprodução Correio Brasiliense.
« Entradas mais antigos Entradas recentes »