Arquivo do Autor: Antonio Pereira

Jornal da CUT trata das campanhas salariais no segundo semestre

Edição traz ainda os próximos passos na luta contra a terceirização e a defesa da regulamentação da Convenção 151

Escrito por: CUT Nacional

17/12/2013

A edição 44 do Jornal da CUT chega aos estados com destaque para as campanhas salariais do segundo semestre e mostra como  a luta da classe trabalhadora é fundamental para a economia, ao contrário do que costuma dizer a velha mídia.

Folheie a revista por meio do link a seguir: http://issuu.com/cutbr/docs/jornal-da-cut-44/1?e=2090058/6048505

 

Neste número, tratamos também da luta da Central pela regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata do direito do direito dos servidores à greve, entre outros avanços.

Abordamos ainda a luta dos trabalhadores cutistas pela igualdade racial dentro e fora do ambiente de trabalho e da atuação da CUT nas eleições de El Salvador.

Trazemos também como novidade a apresentação do jornal agora também na plataforma Issuu, que permite visualizar o conteúdo de uma maneira mais fácil e acessível, sem que seja necessário baixar o arquivo.

Convidamos você à leitura e a participar da próxima edição com críticas, elogios e sugestões paraimprensa@cut.org.br.

 

Reprodução CUT Nacional.

Cade lança concurso para nível médio e superior com lotação em Brasília

CONCURSOS

Do CorreioWeb

 

Marcelo Ferreira/CB/D.A Press

16/12/2013

 

Foi divulgado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (16/12) edital de abertura do novo concurso para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). São ofertadas 26 vagas para nível médio e superior com lotação em Brasília. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) é a banca organizadora.

Graduados podem disputar cinco vagas para analista técnico-administrativo (para formados em qualquer curso superior), uma para bibliotecário, uma para contador e uma para economista. A remuneração varia de R$ 4.247,82 a R$ 5.334,90 para jornada de 40 horas semanais.

Quem tem nível médio pode concorrer a 18 oportunidades de agente administrativo. O salário é de R$ 2.818,02.

Interessados poderão se inscrever de 30 de dezembro até 20 de janeiro de 2014, pelo site www.cespe.unb.br/concursos/cade_13. A taxa varia de R$ 65 a R$ 100. Na seleção haverá provas objetiva e discursiva. A primeira fase será aplicada na data provável de 9 de março.

 

Reprodução Correio Web.

Fórum Mundial de Direitos Humanos consolida-se como espaço de contraposição ao avanço da agenda conservadora

Brasil sediou a primeira edição do evento. Próximo Fórum será no Marrocos, em 2014

Escrito por: William Pedreira

16/12/2013

 

O Brasil recebeu na semana passada, entre os dias 10 a 13 de dezembro, a primeira edição do Fórum Mundial de Direitos Humanos. Desde o princípio, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR), responsável pela organização do Fórum, primou pelo trabalho coletivo e o diálogo com as entidades da sociedade civil e dos movimentos populares, entre eles a CUT, que compôs o Comitê Organizador.

Entre conferências, debates temáticos, atividades autogestionadas e culturais, o Fórum reuniu no Centro Internacional de Convenções, em Brasília, milhares de pessoas com representações de 74 países. “Essa amplitude em reunir no Brasil militantes e pensadores sobre os direitos humanos de diversas partes do mundo fortaleceu a nossa agenda em contraposição ao conservadorismo que tem buscado desconstruir os avanços consolidados no último período”, disse Expedito Solaney, secretário nacional de Políticas Sociais da CUT.

 

 

Atividades organizadas pela própria CUT e pela CSA (Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas) debateram as violações de direitos humanos no mundo do trabalho e contaram com ampla participação do público. Ao afirmar que os direitos humanos são indivisíveis, Solaney acredita que o Fórum se apresentou como um importante espaço para aprofundar o debate sobre as violações às normas e convenções da OIT. “Mas as violações vão além, como as nossas cidades que são hostis aos trabalhadores. É um ataque aos direitos humanos não possuir tempo para conviver com a família, estudar e se capacitar. O capital se apropria e influi para a falta de sustentabilidade das cidades”, completou.

Memória, verdade e justiça – importantes figuras como a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, a representante da Comissão Nacional da Verdade, Rosa Cardoso e o jurista espanhol Baltasar Garzón Real, declararam durante o Fórum a necessidade de revisão da Lei de Anistia, que impede o julgamento e a prisão de torturadores e assassinos.

A CUT realizou no último dia do Fórum uma atividade autogestionada sobre o direito a memória, verdade e justiça. “Os trabalhadores sofreram com o golpe, foram violentados de forma muito severa e este espaço foi fundamental por ser mais uma oportunidade para fazermos o debate que contou com a presença de um grupo de Santa Catarina que pôde apresentar uma vasta documentação que posteriormente será entregue à Comissão da CUT sobre operários cassados e que sofreram repressão. A sociedade civil, em geral, tem o papel de ser protagonista na pressão para que a Comissão Nacional da Verdade apresente um relatório consistente que culmine no julgamento e prisão daqueles que cometeram crimes de lesa-humanidade”, salientou o dirigente da CUT.

“E quando vemos o exemplo de uma escola em Salvador (BA), que por vontade dos seus alunos mudou seu nome do ditador Emílio Garrastazu para o militante Carlos Marighella, renova nossas esperanças para que a verdade prevaleça e toda a sociedade saiba das barbaridades e atrocidades cometidas durante o golpe militar que completa 50 anos em 2014”, disse.

O Comitê Organizador do Fórum disponibilizará um espaço para as contribuições do conjunto das atividades e participantes e em fevereiro apresentará uma declaração final refeltindo o sentimento coletivo exposto neste histórico Fórum Mundial de Direitos Humanos.

As sedes das próximas edições também foram definidas: Marrocos (2014) e Argentina (2015).

 

Reprodução CUT Nacional.

Servidores da saúde param por 24 horas e ameaçam greve geral em Alagoas

Por Paulo Chancey Junior – cadaminuto.com.br

Até a manhã de sexta-feira a saúde pública estará quase que totalmente paralisada como forma de advertência. Ainda cobrando reajuste salarial e melhoria no Plano e Cargos e Carreiras e Salários (PCCS), servidores estaduais cruzaram os braços e aguardam uma reunião na próxima semana que pode atender a solicitação ou determinar a greve geral.

Desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira, estão de braços cruzados, com apenas 30% de funcionamento o Hemocentro de Alagoas (Hemoal) em Maceió, bem como de Arapiraca, o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) Maceió e Arapiraca, a Maternidade Santa Mônica, o Hospital Hélvio Auto, Hospital Portugal Ramalho e Unidade de Emergência do Agreste (EU).

No caso do Hospital Geral do Estado (HGE) – que recebe os servidores que praticamente montaram acampamento em frente a unidade – apenas a emergência está funcionando, o que é considerado situação de risco, tendo em vista o número de atendimentos feitos na unidade.

Segundo o diretor do Sindprev, Cícero Lourenço, a paralisação é de advertência e pacífica, mas a decisão não deve passar da próxima semana. “Deveríamos ter definido isso, mas os secretários não nos atenderam, apenas um técnico. Estamos advertindo e na próxima semana, ou aceitaremos a proposta ou entramos em greve geral”, afirmou.

Após o término da paralisação de advertência, os servidores voltam a trabalhar normalmente, com os plantões do final de semana, inclusive e aguardam uma reunião marcada para a próxima segunda-feira, às 09h00 da manhã da Sesau, com os secretários de saúde, Jorge Villas Boas e de gestão Pública, Alexandre Lages.

Como principal pauta da reunião, o retorno do pagamento da Gratificação por Função (GPF), já que o governo incorporou nesse valor um reajuste de 11%, o que não é o esperado, já que a categoria pede 25% de reajuste.

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