Arquivo do Autor: Antonio Pereira

Secretaria de Saúde de Maceió deve encaminhar memorando divulgando critérios e esclarecendo sobre descontos de servidores

Devido a inúmeras irregularidades registradas quanto ao desconto de alguns servidores quando de licença, o SINDPREV-AL procurou a Coordenação de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Maceió para questionar os critérios adotados e solicitar que seja divulgados esclarecimentos para todos os servidores, principalmente as chefias nos locais de trabalho.

Na reunião realizada nesta segunda-feira (6) ficou acertado que a Secretaria de Saúde irá encaminhar um memorando para todas as unidades de saúde estabelecendo os critérios e dando os esclarecimentos necessários.

Participaram da reunião na Prefeitura os diretores: Célio dos Santos, Juarez Teixeira e Alvaro Mazoni.

Uncisal deve apresentar na quarta-feira proposta de reordenamento da gratificação ‘Rede Cegonha’

Em uma reunião realizada nesta segunda-feira (6) entre o SINDPREV-AL e direção da Uncisal para tratar da falta de isonomia quanto ao pagamento da gratificação Rede Cegonha, ficou acertado que o corpo técnico fará uma análise do reordenamento da gratificação.

Na reunião, o SINDPREV-AL apresentou o seu levantamento quantitativo das pessoas que não estão recebendo. Os técnicos ficaram de realizar um levantamento do impacto financeiro quanto a regularização, mas que a decisão final caberá ao reitor da Uncisal. Na próxima quarta-feira (8) haverá uma nova reunião para apresentação dos dados solicitados pelo SINDPREV-AL.

Esta demanda junto à Uncisal foi solicitada pelo SINDPREV-AL devido a várias reclamações dos associados do Sindicato quanto a falta de isonomia no pagamento desta gratificação.

Participaram da reunião os diretores do SINDPREV-AL: Ivan Marques e Olga Chagas. Pela Uncisal estavam presentes o chefe de gabinete da Reitoria, Paulo Sérgio e Joseval Azevedo, Coordenador Setorial do Planejamento, Orçamento, Finanças e Contabilidade.

 

 

Governo Temer ataca em larga escala o funcionalismo e população mais dependente dos serviços públicos

Alexandre Rocha – www.agasai.org.br

Quem hoje se diz surpreso ou enganado por ter acreditado algum dia que o Governo Temer iria reparar os erros da Presidente Dilma e colocar novamente o Brasil nos trilhos do desenvolvimento, ou era ingênuo ou apenas usou seu otimismo para justificar a sua torcida pela saída do PT do planalto.

Analisando racionalmente nunca existiu a menor possibilidade do Brasil melhorar com o Vice assumindo. Temer fez parte dos dois Governos Dilma. Era voz importante na tomada de decisões, trazia junto de si todo o PMDB, que já se sabia, estava atrelado a grande parte dos casos de corrupção investigados pela Lava-a-Jato como protagonista. PP, PMDB e PT são os partidos com mais políticos envolvidos em casos de corrupção. PSDB, vem logo atrás. Como se poderia esperar melhoras no cenário moral e ético com apenas um desses partidos saindo de cena?

O golpe custou caro. O grande empresariado nacional, ruralistas, imprensa, grupos financeiros e patronais não pouparam esforços patrocinando manifestações a favor do impeachment da ex-presidente Dilma. Queriam barrar a sangria das prisões da lava a jato para poupar seus beneficiários no Congresso e acelerar uma pauta de desonerações tributárias, anistias e perdões. Estão conseguindo.

Quem está pagando a conta é a população mais desamparada e que depende de serviços públicos como saúde, educação e segurança, áreas que tiveram cortes radicais de verbas. O funcionalismo público, não só federal, como também estadual e municipal, está com reajustes salariais congelados e recebendo com atraso e em parcelas. Atacando as camadas mais humildes e o funcionalismo o Governo faz caixa para honrar compromissos escusos e pagar o custo de seus patrocinadores que cada vez está mais alto. O alvo é certeiro. Tanto o funcionalismo como a população pobre não tem o mesmo microfone dos amigos do poder.

Enquanto ruralistas que infringiram leis ambientais e banqueiros sonegadores tiveram suas pendências perdoadas, a população se vê desamparada tendo seus direitos podados, saúde que não funciona, escolas caindo e sem professores e vivendo em comunidades sem segurança pública. Os funcionários públicos responsáveis pelo atendimento desta população vivem rotinas de incertezas, perdem poder aquisitivo ano a ano, perdem benefícios e podem ver em breve a estabilidade acabar.

Enquanto isso escolas privadas, empresas de segurança e hospitais e planos de saúde particular, que têm seus negócios protegidos por um forte lobby no Congresso, não param de contar seus lucros engordados por uma classe média cada vez mais falida.

É o Brasil pós-golpe.

SINDPREV-AL intensifica mobilização nas Agências do INSS para o dia do BASTA, 10 de AGOSTO – Sexta-feira

Diretores do SINDPREV-AL estão percorrendo os locais de trabalho para convocar todos/as os/as trabalhadores/as do INSS para a mobilização do dia 10 de agosto (sexta-feira) contra os desmandos do governo ilegítimo do Sr. Michel Temer. No dia 10 serão realizadas paralisações em todo o Brasil e outras atividades como forma de protesto.

As Agências Jatiúca, Ary Pintombo e Monte Máquinas foram visitadas nesta segunda-feira.(6)

10 de agosto Dia Nacional de Mobilização e Paralisações. Dia do BASTA !

A partir do golpe praticado pelas elites brasileiras, com apoio total das empresas de comunicação (Globo, BAND, SBT, Record, Folha, UOL, G1, Globo News, Veja), o povo brasileiro viu seu futuro desaparecer.
Hoje, 28 milhões de trabalhadores e trabalhadoras são jogados na sarjeta do desemprego, com situação ainda mais cruel devido a famigerada ‘Reforma Trabalhista’, aprovada com os votos de inúmeros golpistas no Congresso Nacional (Deputados e Senadores) sedentos de lucro e insensíveis a dor e o sofrimento do povo brasileiro.
Combustíveis e gás de cozinha com preços nas alturas e aumentando toda semana, exatamente como acontecia na década de 90, com os governos neoliberais e entreguistas de FHC e sua turma.
Há ainda as ameaças ao funcionalismo público, com retirada de direitos e o aprofundamento do sucateamento, com privatizações desenfreadas, entregando o patrimônio do povo brasileiro a troco de mais miséria, desemprego, desesperança e desânimo. Tem também a Emenda Constitucional 95 que congela investimento no setor público, retirando dinheiro da segurança, da educação para pagar juros ao capital financeiro especulativo, que nada gera de bom para o Brasil.
É preciso dar um BASTA a esta situação. Você, brasileiro e brasileira tem o dever de ocupar as ruas em um protesto nacional contra a roubalheira e o entreguismo do nosso patrimônio e do nosso futuro.

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