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A luta continua. Servidores de Maceió rejeitam proposta da prefeitura de 3% e mantêm luta pelos 15% de reajuste salarial

Em Assembleia Unificada realizada nesta quinta-feira (14) os trabalhadores municipais de Maceió rejeitaram a proposta insuficiente da prefeitura de apenas 3% (Sendo 2% agora e 1% no mês de novembro).

Com isso, todas as categorias unidas devem continuar com a proposta inicial no percentual de 15%, referente as perdas salariais de 2017 e 2018. A mobilização deve ser intensificada nos locais de trabalho, chamando as categorias para a luta em defesa de um salário digno para todos.

Após a Assembleia, os trabalhadores decidiram seguir em caminhada para a porta da Secretaria de Gestão, onde deve acontecer um ato público.

Trabalhadores de Santana do Mundaú realizam Assembleia para discutir projeto do PCCV

Trabalhadores da Saúde e Assistência Social de Santana do Mundaú realizaram uma Assembleia Geral nesta quarta-feira (13) para discutir o projeto do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). A Assembleia foi realizada no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santana do Mundaú.

Servidores de Maceió não aceitam proposta de fome da prefeitura e marcam Assembleia para quinta-feira (7) em frente a Secretaria de Gestão

Em uma Assembleia Unificada que contou com a presença de centenas de servidores de Maceió, os trabalhadores rejeitaram a proposta de apenas 1,85%, apresentada pelo secretário de Gestão durante reunião anterior. Com isso, a categoria deu uma demonstração de unidade e força, podendo construir uma greve histórica, caso a prefeitura não apresente uma proposta melhor. Os trabalhadores cobram reajuste de 15% equivalente as perdas inflacionárias de 2017 e 2018.

Nesta quinta-feira (7) haverá uma nova rodada de negociação na Secretaria de Gestão, a partir das 14 horas. Como estratégia de mobilização, os trabalhadores devem se concentrar em frente ao prédio da SENGE e aguardar o desenrolar da reunião. Em seguida haverá uma grande Assembleia Geral Unificada, onde os trabalhadores devem deliberar os rumos do movimento.

Diretores do SINDPREV-AL participam de debate sobre conjuntura política e econômica do país

Golpe do governo Temer, reformas trabalhista e da Previdência, recessão econômica, greve dos caminhoneiros, avanços da direita no país, confrontos nas redes sociais, entre outros. Estes foram os temas de um amplo debate realizado por diretores do SINDPREV-AL na segunda-feira (4) como análise de conjuntura.

O evento aconteceu na sede do Sindicato e contou com a participação do professor universitário, Gilberto Coutinho e o cientista social Alexsandro Morais (assessor do SINDPREV-AL).

INSS orienta serviços de Gestão de pessoas autorizar, nacionalmente, abono de ponto por causa da greve dos caminhoneiros

Veja abaixo memorando da Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP) do INSS: 

“INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
Memorando-Circular no 15 /DGP/INSS
Às Chefias das Unidades de Gestão de Pessoas na Direção Central, nas Superintendências Regionais e Unidades Operacionais de Gestão de Pessoas nas Gerências-Executivas.
Assunto: Greve dos Caminhoneiros e Deslocamento de Servidores
1. Tendo em vista as dificuldades de deslocamento enfrentadas pelos servidores, de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa, decorrente da redução/paralisação dos serviços de transportes coletivos, bem como a falta de combustíveis, em razão da greve dos caminhoneiros, orienta-se que referida ocorrência se vincula ao regramento estabelecido no art. 44 da Lei no 8.112, de 1990, qual seja:
Art. 44. O servidor perderá:
I – a remuneração do dia em que faltar ao serviço, sem motivo justificado; (Redação dada pela Lei no 9.527, de 10.12.97)
II – a parcela de remuneração diária, proporcional aos atrasos, ausências justificadas, ressalvadas as concessões de que trata o art. 97, e saídas antecipadas, salvo na hipótese de compensação de horário, até o mês subsequente ao da ocorrência, a ser estabelecida pela chefia imediata. (Redação dada pela Lei no 9.527, de 10.12.97)
Parágrafo único. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata, sendo assim consideradas como efetivo exercício. (Incluído pela Lei no 9.527, de 10.12.97)
2. Ainda, tendo por base as disposições da Nota Técnica no 2077/2016-MP, as ausências justificadas sob essa motivação enquadram-se como falta justificada:
6. Então, à luz dessa conclusão, as faltas justificadas aqui entendidas como aquelas que, diante dos princípios da Administração, especialmente os da moralidade, legalidade e razoabilidade, são aceitas pela chefia imediata como tal, e por isso aptas à compensação respectiva, até o mês subsequente ao da ocorrência do fato quando integralmente compensadas, não ensejarão
desconto na remuneração e serão consideradas como de efetivo exercício.
3. Contudo, dada a repercussão do movimento grevista, informa-se da possibilidade de abono, para os atrasos, saídas antecipadas e ausências justificadas, o qual competirá a respectiva chefia imediata, mediante avaliação da situação individual de seus respectivos servidores.
Atenciosamente,
Em 29 de maio de 2018.
ALEXANDRE GUIMARÃES
Diretor de Gestão de Pessoas”

 

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