Arquivo da categoria: Seguridade Social

Servidores municipais de Maceió realizam Assembleia Unificada da campanha salarial de 2018

Em plena campanha salarial, centenas de trabalhadores da prefeitura municipal de Maceió realizaram nesta segunda-feira (21) uma Assembleia Unificada de todas as categorias, com o objetivo de pressionar o prefeito Rui Palmeira (PSDB) a conceder reajuste. Na Assembleia os trabalhadores decidiram realizar uma passeata até a prefeitura e decretar paralisação de 48 horas como advertência. Além disso, a Assembleia também rejeitou a proposta provocativa da prefeitura de 0% de reajuste. A paralisação de 48 horas será realizada na segunda e terça da próxima semana (28 e 29 de maio).

O SINDPREV-AL esteve presente, conclamando os trabalhadores a unirem esforços na luta por melhores condições de trabalho e de salários.

Veja nossa pauta de reivindicações:

1 – Reajuste salarial Já !
2 – Contra o desmantelamento
do PSF e IPREV
3 – Rejeição do Projeto de Lie
que reduz e congela a Insalubridade
4 – Indicativo de GREVE

Há um indicativo de reunião com a gestão de Maceió para o próximo dia 4 de junho/2018.

Trabalhadores da Saúde e Assistência Social de Viçosa realizam Assembleia para reestruturação do Núcleo do Sindprev

Em Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (17) trabalhadores da Saúde e Assistência Social de Viçosa decidiram reestruturar o Núcleo do SINDPREV-AL na região. A iniciativa visa aprimorar e renovar as instâncias do sindicato para intensificar a mobilização por novas conquistas para a categoria.

Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia

No dia 17 de maio o mundo lembra o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, data na qual, em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, o 17 de maio virou símbolo da luta por direitos humanos e pela diversidade sexual, contra a violência e o preconceito. Veja aqui as principais ações das Nações Unidas na defesa pelos direitos das pessoas LGBTI.

A data foi criada em meio a um cenário em que atitudes homofóbicas e transfóbicas ainda estão profundamente arraigadas globalmente, expondo lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersex (LGBTI) de todas as idades a violações aos direitos humanos.

Foto: Agência Brasil / Marcello Casal

Foto: Agência Brasil / Marcello Casal

O Brasil, em especial, apresenta dados alarmantes. Segundo pesquisa da organização não governamental “Transgender Europe” (TGEU), rede europeia que apoia os direitos da população trans, trata-se do país onde mais se matam travestis e transexuais no mundo. Entre janeiro de 2008 e março de 2014, foram registradas 604 mortes de homens e mulheres trans brasileiras.

Outro relatório sobre violência homofóbica e transfóbica no Brasil, publicado em 2012 pela Secretaria de Direitos Humanos, apontou quase 10 mil denúncias de violações de direitos humanos relacionadas à população LGBTI registradas pelo governo federal. Em 2011, esse número era de quase sete mil casos. Apesar disso, o país ainda não dispõe de uma legislação específica que criminalize delitos com motivações homofóbicas ou transfóbicas.

“No contexto da Agenda 2030, não podemos deixar ninguém para trás. Isso exige de nós um olhar especial também para a população LGBTI”, disse o coordenador residente das Nações Unidas no Brasil, Niky Fabiancic.

Rebecca, ativista negra e lésbica que luta pela igualdade LGBTI e pelo respeito à diversidade, participa de um vídeo especial lançado hoje pela ONU Brasil, em parceria com a campanha ‘Livres e Iguais’. “Se eu ficar inerte, eu não vou conseguir nem para mim nem para os outros. Eu tenho que fazer alguma coisa”, disse. Confira aqui o vídeo.

No início deste mês, a ONU Mulheres e o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) pediram uma investigação “imparcial e com perspectiva de gênero e raça” sobre o caso de Luana Reis. Mulher negra e lésbica, moradora da periferia da cidade de Ribeirão Preto, Luana foi assassinada após espancamentos supostamente promovidos pela Polícia Militar.

 

“A patologização de adultos e crianças LGBT – marcando-os como doentes com base em sua orientação sexual, identidade ou expressão de gênero – tem sido, historicamente, uma das raízes por trás das violações de direitos humanos que eles sofrem”, destacou o comunicado.

As agências, fundos e programas das Nações Unidas no Brasil têm desenvolvido diversas ações e programas de combate à homofobia e a transfobia. Acesse abaixo alguns deles; contatos para a imprensa: unic.brazil@unic.org e (21) 2253-2211.

Governo e empresas de saúde se unem para privatizar o SUS

Na proposta dos empresários do setor e o governo ilegítimo de Temer, o objetivo é que metade da população deixe de ser atendida pelo SUS e passe a pagar pelo atendimento privado nos planos de saúde
Escrito por: CUT

A transferência de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) para financiar o atendimento de atenção de Alta Complexidade dos planos privados de saúde é uma das propostas que está sendo debatida pelo atual governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (MDB-SP) com os empresários do setor. Segundo apresentação feita por Alceni Guerra, ex-ministro da Saúde no governo Fernando Collor e ex-deputado federal pelo DEM, a meta seria garantir que metade da população deixe de ser atendida de forma pública, gratuita e universal e passe a pagar pelo atendimento privado nos planos de saúde.

 

A proposta, debatida no último dia 10 de abril, em Brasília, contou com a participação da Federação Brasileira de Planos de Saúde (Febraplan), do Ministério da Saúde, de deputados e senadores. Em São Paulo, nas próximas semanas, há pelo menos dois eventos marcados entre os empresários da saúde e representantes de países como, Estados Unidos, Reino Unido, entre outros, para debater propostas que limitem o acesso público ao atendimento de saúde.

 

Em nota, a CUT e demais centrais sindicais condenaram as iniciativas do empresariado e denunciaram mais este ataque do governo ilegítimo de Temer aos direitos da população. “O conteúdo da proposta é a destruição do Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto garantia do Estado ao acesso das políticas de saúde para todos os cidadãos, e um ataque frontal aos direitos humanos dos brasileiros.”

 

Para a secretária geral-adjunta da CUT, Maria Faria, é, mais uma vez, a intervenção do capital financeiro internacional e nacional em políticas públicas promovidas pelo Estado, como o acesso gratuito ao sistema público de saúde, garantido na Constituição Federal.

 

“Eles querem inserir suas empresas com o objetivo de aumentar ainda mais o lucro e, com isso, diminuir a responsabilidade e intervenção do Estado no fortalecimento de uma saúde pública e universal. E o mais grave é que eles têm o apoio do atual governo ilegítimo de Temer”, denuncia.

 

Além disso, segundo a secretária da Saúde do Trabalhador da CUT, Madalena Margarida, a proposta enfraquece a participação popular na formulação, acompanhamento e controle da política pública de saúde.

 

“A proposta dos empresários que controlam os planos de saúde fortalece o Conselho Nacional de Saúde Suplementar, onde eles atuam com mais poder, e praticamente destitui o Conselho Nacional de Saúde, onde a CUT, outras centrais e a sociedade civil atuam e trabalham em defesa do fortalecimento do SUS.”

 

Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), José Sestelo, existe uma estratégia retórica por parte do empresariado e do atual governo de se utilizar o termo Sistema Nacional de Saúde na proposta apresentada. “A estratégia deles eu não diria que é exatamente em oposição ao SUS, mas quase como uma ressignificação. Os empresários não querem a extinção completa do SUS, eles querem que o SUS seja conveniente aos seus interesses”, explica.

 

A tesoureira da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), Celia Regina Costa, cita a pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), que constatou que praticamente 70% da população não têm plano de saúde e os que têm, muitos são oriundos de plano empresarial, para denunciar o impacto de propostas como a que está sendo debatida pelo governo golpista de Temer.

 

“A maior parte das pessoas que têm plano de saúde é devido ao benefício garantido em convenções coletivas dos trabalhadores e trabalhadoras”, explica Celia, ao concluir que, “com esse ‘novo’ sistema proposto pelos empresários, só quem tiver emprego com carteira assinada, um sindicato combativo ou muito dinheiro poderá cuidar da saúde.”

 

“É a transformação da saúde em mercadoria”, critica.

 

Mobilização contra o desmonte do SUS

 

A secretária geral-adjunta da CUT, Maria Faria, conclama o movimento sindical a se apropriar da pauta e mobilizar a população em defesa da saúde pública, gratuita e de qualidade para todos e todas, como garante a Constituição, em resposta aos ataques de empresários do ramo e do governo do ilegítimo Temer.

 

“Com a reforma Trabalhista, a terceirização, a Emenda Constitucional 95, que limita por 20 anos os investimentos para saúde e educação, e agora mais essa nova proposta dos empresários, não há outra alternativa senão a luta e a mobilização”, defende.

 

A secretária da Saúde do Trabalhador da CUT, Madalena Margarida, também diz que é urgente e necessário a mobilização em torno da defesa da saúde pública. “Estamos sendo privados de direitos, mas nunca é tarde para lutar. Toda a sociedade deve defender o SUS, porque todos nós dependemos dele. É defender o futuro da saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras.”

 

 

 

Érica Aragão

24 DE ABRIL: 24H DE SOLIDARIEDADE FEMINISTA CONTRA O TRABALHO PRECÁRIO, O GOLPE E A EXPLORAÇÃO DA VIDA DAS MULHERES!

Neste 24 de abril, nós, da Marcha Mundial das Mulheres, saímos às ruas para relembrar as
trabalhadoras que perderam suas vidas na tragédia de Rana Plaza. Neste dia, em 2013, um prédio que abrigava um complexo de oficinas têxteis em Bangladesh – o Rana Plaza – desabou deixando mais de 1000 pessoas mortas ou feridas. A maioria das vítimas eram mulheres que trabalhavam ali em condições precárias e por salários baixíssimos. Mesmo após suas mortes, os crimes seguem impunes, nenhuma das empresas indenizou os
familiares e a realidade de Rana Plaza segue sendo a realidade de muitas mulheres que trabalham nas confecções de todo o mundo, inclusive no Brasil.

Por esse motivo, saímos às ruas para denunciar as condições precárias de trabalho das mulheres no nosso país, entre elas, as trabalhadoras da Riachuelo, empresa que conta com inúmeras denúncias no Ministério do Trabalho e que, em 2016, foi condenada por
submeter costureiras a trabalho análogo à escravidão.

Denunciamos que as reformas defendidas pelos deputados, senadores e pelo presidente golpista Michel Temer foram apoiadas por diversos empresários brasileiros que querem lucrar e precarizar, cada vez mais, o trabalho e a vida das mulheres. Dentre estes empresários está Flávio Rocha, dono da Riachuelo, que possui diversas denúncias por exploração e é um dos criadores da campanha Brasil 200, que defende mais “liberdade” para os empresários atuarem na economia e mais “conservadorismo” na sociedade.
Flávio Rocha é um dos inimigos das mulheres brasileiras!

A Riachuelo e outras empresas têm um papel fundamental no atual cenário político e  econômico do Brasil, defendendo políticas que afetam diretamente nossas vidas através da piora das condições de trabalho e da retirada de direitos.

Denunciamos o avanço das ideias conservadoras na nossa sociedade, que cria padrões
que nos aprisionam como “belas, recatadas e do lar”. Exigimos uma vida digna, sem
imposições, o nosso direito de viver uma sexualidade livre e que a maternidade seja uma
escolha e não uma obrigação!

Também exigimos condições de trabalho dignas para as mulheres brasileiras e imigrantes no nosso país e em todo o mundo. Que as roupas não sejam produzidas às custas do sofrimento e do sangue das mulheres, nem para garantir o lucro de empresários às custas dos nossos corpos e do nosso tempo. Queremos salários dignos, nossos direitos de volta e nossa aposentadoria garantida! Queremos liberdade para Lula e para todas as pessoas que se organizam e lutam!

MULHERES PELA DEMOCRACIA

Desde o golpe que tirou Dilma do poder e rompeu a democracia, vivemos uma série de retrocessos que afetam diretamente a vida das mulheres. Entre eles, está a aprovação
da Reforma Trabalhista, que retirou vários dos nossos direitos, conquistados através de muita luta, e ainda enfrentamos a ameaça de uma Reforma da Previdência, que quer tirar
nosso direito a uma aposentadoria digna depois de uma vida de trabalho.
Hoje, lutamos pela retomada e aprofundamento da democracia, que se expressa em nossa luta pela liberdade de Lula, preso injustamente por motivos políticos: por ser uma
ameaça às medidas propostas pelas grandes elites empresariais.

ELES SÃO EMPRESÁRIOS GOLPISTAS, INIMIGOS DAS MULHERES!

24 Horas de Solidariedade Feminista é uma ação da Marcha Mundial das Mulheres por todo
o globo. Para criar uma onda feminista, saímos às ruas – das 12 às 13 horas – em cada país onde estamos organizadas (acompanhando o ciclo do sol ao redor da terra) e lançamos um grito de alerta sobre os ataques aos nossos direitos e às nossas vidas. Nossas ações são de resistência e propõem alternativas a um sistema capitalista, racista e patriarcal que explora, machuca, mercantiliza e mata. Este é o sistema que assassinou Marielle e que aprisiona nossos sonhos e ideias. O que nos move é a solidariedade e a compreensão de que, em cada país, território ou região, todas compartilhamos a luta feminista pela construção de outra sociedade.
Não esqueceremos Rana Plaza! Por autonomia, liberdade, igualdade e democracia!
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!

Procure a gente para saber de nossas próximas atividades! Entre em contato:
www.marchamundialdasmulheres.org.br
www.fb.com/marchamundialdasmulheresbrasil
@marchamulheres

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