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SINDPREV-AL alerta trabalhadores da APS/INSS Ary Pitombo sobre prejuízos das reformas de Temer

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Dando continuidade ao trabalho de conscientização e mobilização permanentes na base da categoria, diretores do SINDPREV-AL estiveram nesta terça-feira (23) na Agência da Previdência Social Ary Pitombo realizando uma reunião de esclarecimentos e alertas sobre os perigos embutidos nas reformas da Previdência Social e Trabalhista, que estão em tramitação no Congresso Nacional a mando do Sr. Michel Temer (PMDB).

Nos discursos, diretores do Sindicato fizeram uma breve análise da crise atual, inclusive com as recentes denúncias de corrupção contra o presidente ilegítimo e seus auxiliares mais próximos. Foi dito também que nesta quarta-feira (24) milhares de trabalhadores de todo o país estarão em Brasília, numa demonstração de força da classe trabalhadora, na luta para barrar as tais reformas destruidoras das conquistas históricas dos brasileiros.

Participaram da atividade na APS Ary Pitombo os diretores: Célio dos Santos, Ronaldo Alcântara e Andreia Malta.

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Deputado se compromete em intermediar negociação com o governo do Estado para pagamento da Insalubridade/periculosidade nas férias e em licença

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O deputado estadual Ronaldo Medeiros (PMDB) – líder do governo – recebeu nesta segunda-feira (22) com a direção do SINDPREV-AL, onde se comprometeu em intermediar uma negociação com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPLAG) e com o próprio governador Renan Filho (PMDB), no sentido de encontrar uma solução para que os servidores recebam o adicional de Insalubridade/periculosidade durante o período de férias e em licença médica para todos os servidores da Saúde estadual. A medida deve beneficiar trabalhadores lotados em todos os órgãos da Saúde do Estado.

Estiveram na reunião os diretores do SINDPREV-AL: Celio dos Santos, Ivanildo Marques, Lourivalda Lima e Olga Chagas. Participaram ainda Isangela e Mayara, representando os servidores da Uncisal. A reunião teve também a presença da advogada Maria Betânia Nunes, Assessora Jurídica do SINDPREV-AL.

Negociar é preciso

O SINDPREV entende que o momento exige uma constante e precisa negociação, buscando garantir o direito legítimo dos trabalhadores em receber o Adicional de Insalubridade, mesmo durante as férias e em licença médica.

Nosso sindicato vem procurando todos os meios possíveis para abrir um canal de negociação no sentido de equacionar estes impasses, pois entende que férias e licença médica são efetivos exercícios, conforme prevê a Lei do Adicional de Insalubridade. Nesse sentido, o SINDPREV tem encaminhado aos órgãos estaduais competentes argumentações favoráveis aos trabalhadores da Saúde. Sabemos que a luta ainda está no começo, mas temos certeza da vitória.

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Audiência Pública no Senado denuncia desmonte da Reabilitação Profissional e Serviço Social no INSS

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Audiência Pública realizada na Comissão de Direitos Humanos do Senado nesta segunda-feira (22) discute o desmonte da Previdência Social no Brasil e também do INSS, particularmente dos setores de Reabilitação Profissional e Serviço Social. Alagoas está representada pelo diretor do SINDPREV-AL, George Rolim e a Assistente Social Cristina Dias. A audiência foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS).
Os representantes dos trabalhadores estão apresentando uma visão oposta a do governo, mostrando que a tal “Reforma da Previdência” já está bem adiantada no INSS, pois com a implementação do desmonte da Reabilitação Profissional e do Serviço Social estão impedindo o acesso aos direitos previdenciários.

A principal denúncia é que este ataque contra a classe trabalhadora é imposto pelo capital financeiro (bancos e operadoras de previdência privada), o que pode ser o maior retrocesso do século XX.

Clique aqui e veja Assistentes sociais do INSS gritando #foratemer ao vivo no Jornal Hoje, após sair da audiência que discutia Pericia Médica do INSS.

Alagoas está representada pelo diretor do SINDPREV-AL, George Rolim e a Assistente Social Cristina Dias.

Alagoas está representada pelo diretor do SINDPREV-AL, George Rolim e a Assistente Social Cristina Dias.

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CNTSS/CUT mobiliza enfermagem em todo o país por mais direitos

Estimativas apontam que a enfermagem representa cerca de 52% dos trabalhadores de saúde do país; São mais de 1,8 milhão, sendo que 22% deste total são enfermeiros
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

Maio é um mês especial para a luta da enfermagem. Estes profissionais são homenageados em dois momentos específicos: no Dia Mundial do Enfermeiro (12/05) e no Dia Nacional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (20/05). São datas que possibilitam a ampliação do diálogo com a sociedade sobre os desafios que estes trabalhadores enfrentam no seu cotidiano e as reais condições da saúde pública e privada. Neste período são realizadas as “semanas de enfermagem” em todo o país. Um momento oportuno para a organização destes trabalhadores que, segundo estudos, são quase 200 milhões no mundo, englobando enfermeiros, técnicos e auxiliares.

A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social integra em sua estrutura as Federações e Sindicatos representando, assim, milhares destes profissionais. São várias categorias que compõem este segmento: atendentes, auxiliares de enfermagem, técnico de enfermagem e enfermeiro. Estimativas apontam que a enfermagem representa cerca de 52% dos trabalhadores de saúde do país. São mais de 1,8 milhão, sendo que 22% deste total são enfermeiros.

A enfermagem é uma atividade vital para a saúde da população e tem um papel importante na expansão e consolidação do SUS como um sistema público e universal. São trabalhadores dos setores público e privado que desenvolvem a maioria das ações de assistência, prevenção, educação e acompanhamento em saúde. Isto faz com que estejam expostos a riscos pertinentes ao cotidiano de seus trabalhos. Por estar na linha de frente no atendimento da população, é uma categoria que sofre com situações de violência no trabalho. Pesquisa divulgada no início deste ano pelo COREN – Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo aponta que 54,7% destes trabalhadores sofreram atos desta natureza por mais de uma vez.

São condições como estas que colocam desafios para sua organização e mobilização. Várias entidades estão dando prioridade em pautar em suas discussões nas semanas de enfermagem a questão do assédio moral. Em Pernambuco, como exemplo, está sendo lançada a campanha “Chega de assédio moral, não silenciem, denunciem”. Uma iniciativa motivada pelo aumento do número destes casos em todo o estado.  A proposta é que os trabalhadores denunciem quando forem vítimas de violência para que a sociedade fique ciente deste problema. Este é um tema que vem sendo tratado inclusive no processo de formação dos estudantes.

Outra questão que recebe atenção especial por parte da CNTSS/CUT e suas entidades diz respeito à luta pela jornada de 30 horas semanais. Estudos e campanhas foram realizados para dar subsídios às suas entidades filiadas com a finalidade de auxiliar nas discussões com os trabalhadores e trabalhadoras e a sociedade. Outra medida foi a incorporação da Confederação no Fórum Nacional da Enfermagem. O Fórum é composto por Conselhos Profissionais, Federações, Confederações, entidades públicas e privadas que se mobilizam a partir de pautas relacionadas à valorização destes trabalhadores.

Entre as várias bandeiras de luta da categoria podem ser destacadas: defesas do emprego, dos direitos dos trabalhadores e do SUS; valorização profissional; luta contra a flexibilização e desregulamentação dos direitos trabalhistas e pela redução de jornada de trabalho sem redução de salário; fortalecimento da organização sindical; participação das instâncias de controle social; luta contra toda forma de privatização da saúde; exigência do concurso no serviço público; luta pela efetivação da mesa de negociação e o cumprimento de suas deliberações nas três esferas de governo; formulação e acompanhamento nas casas legislativas dos Projetos de Lei do interesse da categoria.

As grandes pautas nacionais apresentadas pela Confederação e a CUT em defesa dos direitos trabalhistas estão sendo assumidas por estes profissionais. As lutas contra a terceirização e as reformas da Previdência e Trabalhista mobilizaram estes trabalhadores em seus estados para acompanhamento das principais agendas defendidas pela Central. São reformas que atingem fortemente esta categoria. É preciso considerar este embate também a partir da defesa das mulheres. Elas representam 78% dos trabalhadores da enfermagem e serão as mais prejudicadas com estas medidas.

A PEC nº 55/2016 (antiga 241) é outra medida do governo golpista que prejudica a enfermagem. O atrelamento do orçamento da saúde por duas décadas ao percentual da inflação do ano anterior ao ano em exercício coloca em risco os investimentos tão necessários para manter adequadamente as condições de trabalho e de atendimento da população.

Outra frente de ataque contra a enfermagem pode ser observada com a entrada de investidores internacionais para aquisição de equipamentos de saúde em nosso país. A compra da AMIL pela United Health, maior operadora de Saúde dos Estados Unidos, em 2012, por cerca de R$ 10 bilhões, ilustra bem este processo. São questões que colocam em risco os empregos e as condições de trabalho destes profissionais e, consequentemente, a qualidade do atendimento prestado à população. Esta situação tem sido acompanhada e denunciada pela CNTSS/CUT.

Como forma de resistência foi travada uma parceria com a ISP – Internacional dos Serviços Públicos que culminou em um projeto de formação envolvendo as entidades representativas dos trabalhadores da enfermagem e demais áreas da saúde para discutir o avanço do capital internacional no país. A área de enfermagem tem ampliado suas conquistas por meio de suas mobilizações e muita organização. Os ataques são muitos, mas as respostas têm sido dadas com muita presteza e firmeza. As agendas preparadas para maio em todo o país devem trazer ainda mais conquistas para a categoria. Nenhum direito a menos!

 

 

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

CNTSS/CUT divulga nota em favor das eleições diretas e pelo fim das Reformas Trabalhista e Previdenciária

Confederação aponta gravidade das denúncias de propinas divulgadas pelo proprietário da JBS envolvendo Temer e Aécio Neves; trabalhadores devem manter mobilização em defesa da democracia e direitos
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, por meio de seu presidente, Sandro Alex de Oliveira Cezar, divulga nota onde cobra que as graves denúncias divulgadas na noite desta quarta-feira, 17 de maio, envolvendo o presidente da República, Michel Temer, e o senador tucano Aécio Neves sejam apuradas com o maior rigor possível e que haja a punição que estes fatos exigem.

A Confederação também reitera a posição de realização imediata de eleições diretas e que todas as propostas de reformas apresentadas por este governo sejam imediatamente interrompidas. (Veja abaixo a íntegra da nota.)

NOTA DA CNTSS/CUT SOBRE A CRISE NO GOVERNO FEDERAL

“A Direção da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, entidade representante em todo o país dos profissionais da Seguridade Social – Saúde, Previdência e Assistência Social, nos setores público e privado, torna pública sua indignação e pede providências frente às graves denúncias divulgadas pela mídia nacional nesta quarta-feira, 17 de maio, de utilização de propinas envolvendo diretamente o presidente ilegítimo da República, Michel Temer (PMDB), e o senador tucano Aécio Neves (PSDB), presidente do principal partido aliado do governo e coparticipe do golpe impetrado contra a democracia brasileira e seu povo que culminou com o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. São episódios que tornam insustentáveis as permanências de ambos em seus cargos.

A gravidade dos fatos narrados e documentados pelo empresário e proprietário do Frigorífico JBS, Joesley Batista, demonstra objetivamente o modo criminoso e pautado na ilegalidade com que o governo federal opera. Ficou explícito o caráter nocivo que este governo ilegítimo mantido no poder por meio de acordos espúrios com o PSDB representa para o país e para os brasileiros. A Confederação reafirma sua posição em defesa da realização imediata de eleições diretas, em conformidade ao posicionamento da CUT – Central Única dos Trabalhadores e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. É essencial que o povo seja chamado para definir democraticamente o futuro do país. Está claro que só através do voto direito será possível reconduzir o país à sua normalidade institucional e ao caminho do desenvolvimento econômico e social. O povo e o país não podem mais ficar reféns deste conluio de malfeitores que tomou de assalto o poder.

A Confederação também reitera que este governo não possui legitimidade para governar o povo brasileiro e sequer apresentar quaisquer propostas de Reformas em áreas tão essenciais como a Trabalhista e a Previdenciária. Desta forma, insiste que todas as discussões sobre estas reformas sejam interrompidas imediatamente na Câmara e no Senado Federal. A ilegitimidade e a ilegalidade deste governo só consolidam a certeza já manifestada de que não há a mínima possibilidade de o Executivo Federal conduzir qualquer processo político de mudanças estruturais da economia ou de caráter social.

 

Este governo selou seu destino e seu fim com as graves denunciais apresentadas ontem. São fatos que só agregam mais culpabilidade às muitas outras denúncias apresentadas recentemente por meio de investigações da Justiça e da Polícia Federal. Ficou provado que Temer não possui a menor legitimidade e capacidade para governar o povo brasileiro ou conduzir qualquer política de Estado. A classe trabalhadora e os segmentos sociais progressistas estão mobilizados em todo o país para que sejam cumpridas as medidas legais e políticas cabíveis em casos desta natureza. Permaneceremos nas ruas e nos diversos espaços sociais lutando por nossos direitos e para que possamos retomar a legalidade institucional. Fora Temer! e Diretas Já!

Sandro Alex de Oliveira Cezar

Presidente da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos

Trabalhadores da Seguridade Social

São Paulo, 18 de maio de 2017

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