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Sindieletro-MG repudia demissões arbitrárias na Cemig Serviços

Para a entidade, é inaceitável que superintendentes recebam altas gratificações enquanto trabalhadores são demitidos

Escrito por: Sindieletro-MG

O Sindieletro vem a público repudiar as demissões arbitrárias de trabalhadores da Cemig Serviços, subsidiária do grupo Cemig. Esta semana um eletricitário de Patos de Minas e outro de Montes Claros foram colocados no olho da rua. Desde o início do mês já foram cinco demissões, todas pelo mesmo motivo: perseguição política. Os trabalhadores demitidos eram reconhecidos como lideranças dos eletricitários.
Para o Sindicato é inaceitável que, enquanto os superintendentes da Cemig D e GT estão recebendo R$ 300 mil a título participação nos lucros e resultados, trabalhadores da Cemig S, aprovados em concurso público e com salário médio de R$ 800, continuem sendo demitidos.
O Sindieletro está tomando as medidas cabíveis para reverter essas demissões arbitrárias na Cemig e levará a denúncia para todos os espaços que houver.
Pedimos o apoio à população e aos movimentos populares para essa luta. Envie correspondência ao presidente da Cemig, Djalma Bastos de Morais, pedindo o fim das demissões na empresa. O endereço é Avenida Barbacena, 1200 – Santo Agostinho – Belo Horizonte/ MG. Cep: 30.190-131.

Manifestação no município de Contagem rechaça demissão em massa e redução salarial na ArcelorMittal

Metalúrgicos realizam assembleia também nesta sexta (9) para votar estado de greve

Escrito por: Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem

O Sindicato dos Metalúrgicos de BH/Contagem realizará às seis horas da manhã desta sexta-feira (9) uma grande manifestação na portaria da ArcelorMittal, em Contagem- BH ,em protesto contra as demissões em massa e a redução dos salários que está acontecendo na empresa.

 

No mesmo dia, às 8h e às 16 horas serão realizadas assembleias com os trabalhadores da empresa na sede do Sindicato (Camilo Flamarion, 55, Jardim Industrial), para votar o estado de greve e definir os encaminhamentos que serão adotados a partir de agora.

 

O ambiente na Trefilaria – unidade da empresa em Contagem, é péssimo e os trabalhadores, principalmente os mais antigos, estão bastante preocupados, pois mais de 500 trabalhadores foram demitidos nos últimos meses, a maioria deles com mais de 10 e 20 anos de casa.

 

A empresa está demitindo os trabalhadores mais antigos e contratando novos, com salários até 70% inferiores aos que eram praticados na empresa, com intuito de cortar custos para aumentar seus lucros. A atitude da empresa, além de preocupação, está causando revolta e uma greve geral pode acontecer a qualquer momento.

 

Várias autoridades prometeram comparecer na manifestação para dar o seu apoio aos trabalhadores. Sindicatos do interior do estado e da região metropolitana também estarão presentes para reforçar a atividade. Há um temor muito grande de enfrentamento entre manifestantes e a polícia, já que a PM mostrou que está do lado dos patrões e deve fazer de tudo para tentar impedir a manifestação.

Na retomada das negociações com servidores, governo mantém discurso de austeridade

Condsef orienta categoria a intensificar ações nos estados

Escrito por: Condsef

A apresentação do secretário de Relações do Trabalho no Serviço Público, Sérgio Mendonça, marcou a retomada do processo de negociações com os servidores federais. Com a presença de representantes das 30 entidades nacionais que compõem a Campanha Salarial 2012 em defesa dos servidores e serviços públicos, a pauta de reivindicações de sete itens (confira aqui) protocolada no Ministério do Planejamento foi debatida. O tom do discurso dos interlocutores que compõem a equipe de Mendonça permaneceu o da austeridade fiscal. Tal comportamento deve acionar o alerta da categoria que tem uma agenda de mobilização em curso que pode culminar com uma greve geral a partir de abril. Para a Condsef, a retomada do processo de negociações é um marco importante, mas o governo vem demonstrando pouca flexibilidade para avançar com as negociações. Isso foi sentido na reunião de re-apresentação de Mendonça que já havia ocupado o mesmo cargo durante o primeiro mandato do governo Lula.

 

Portanto, os desafios da categoria devem continuar. O Planejamento sinalizou na reunião de que não deve ser possível avançar nos debates antes de agosto. Mas a agenda de mobilização dos servidores deve permanecer inalterada e ser fortalecida. A orientação é para que haja participação intensa dos servidores na semana de atividades que acontece nos estados entre os dias 12 e 16. No dia 15, o Dia Nacional de Lutas deve contar com a participação de servidores de todas as categorias em todo o Brasil. As entidades também devem reforçar a preparação para a grande marcha que acontecerá no próximo dia 28 na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é reunir 20 mil trabalhadores em Brasília para pressionar o governo pelo atendimento das reivindicações mais urgentes do setor.
Política salarial – No encontro desta quarta ficou definido que a primeira reunião para consolidar a retomada das negociações será realizada na próxima semana, dia 14. O tema central deste primeiro encontro será política salarial. Para subsidiar o debate o Dieese vem trabalhando na construção de uma proposta dos trabalhadores que será apresentada formalmente ao governo. Data-base e outras questões ligadas à política salarial serão abordadas. A próxima reunião e tema da pauta de reivindicações serão definidos conforme os encontros no Planejamento aconteçam.

 

Das reuniões que negociam os sete eixos de reivindicação protocolados junto ao governo vão participar somente representantes das 30 entidades que compõem a Campanha Salarial 2012. Essas entidades reunidas congregam a quase totalidade da representação dos servidores federais das três Esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário). Todos devem permanecer atentos às movimentações e preparados para pressionar pelo atendimento das demandas colocadas. Caso o processo de negociações não seja encarado com seriedade pelo governo, o caminho natural da luta da categoria pelo atendimento de suas reivindicações será o da paralisação.

Com Selic a 9,75%, diferencial de juros estimula “tsunami monetário”

Juros reais ficam em 4,2 ao ano, mantendo o Brasil como campeão mundial dos juros altos

Escrito por: Valdo Albuquerque/Hora do Povo

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na quarta-feira (7) reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual, passando de 10,5% para 9,75% ao ano. Com isso, os juros reais (descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses) ficam em 4,2% ao ano, mantendo o Brasil como campeão mundial dos juros altos. A média das 40 economias mais relevantes está negativa (-0,7%), o que dá um diferencial de juros de 4,9 pontos percentuais em relação ao Brasil.

É só comparar a taxa real de juros do Brasil com as de alguns países para constatar que o diferencial de juros tem sido um grande chamariz ao “tsunami monetário”, muito bem caracterizado pela presidente Dilma, dos chamados países ricos, em discurso em Hanover, na Alemanha. Segundo o BIS, o chamado “banco central dos bancos centrais, desde 2008 foram emitidos US$ 8,8 trilhões pelos Estados Unidos, EU (zona do euro), Inglaterra e Japão, na guerra cambial deflagrada por esses países, para tentar sair da crise em que estão mergulhados.

A taxa real de juros dos EUA está em -2,6%, o que dá um diferencial de juros em relação ao Brasil de 6,8 pontos percentuais.

Comparando com a Inglaterra, com taxa real de juros de -0,3%, o diferencial de juros é 7,2 pontos percentuais. Bélgica: taxa real de juros de -2,6%, com diferencial de juros de 6,8 pontos percentuais. Holanda: juros reais de -1,5% e diferencial de juros de 5,7 pontos percentuais. Alemanha e França: juros reais de -1,3% e diferencial de juros de 5,5 pontos percentuais. Espanha: juros reais de -1,0% e diferencial de juros de 5,2 pontos percentuais.

O resultado da entrada de uma avalanche de dólares atraída pelo diferencial de juros é bem conhecido: câmbio deformado, subsídio às importações e encarecimento aos produtos para exportação.

Não foi à toa o fraco desempenho da indústria de transformação em 2011, que teve uma variação de apenas 0,1%. Ou seja, a redução à conta gotas da taxa Selic manteve um alto diferencial de juros, catapultando o importacionismo, inibindo os investimentos e minando a competitividade da indústria nacional.

A combinação juro alto, câmbio sobrevalorizado, corte dos investimentos e restrições ao crédito derrubaram o PIB para 2,7% em 2011. E não adianta reclamar ao bispo de que a crise dos países centrais foi responsável pelo fiasco da economia brasileira no ano passado.

 

Rolling Stones Led Deep Purple B B King Eric Clapton Rush Rory Gallagher Pink Floyd Buddy Guy

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