Inquérito para investigar a ALE terá 15 promotores

Portaria que abre inquérito civil público será publicada no Diário Oficial de hoje

 

Da Redação
 15 Agosto de 2013

Promessa é dívida e o procurador geral de Justiça, Sérgio Jucá, pelo visto, não é de fugir delas, como anunciado na edição de ontem da Tribuna Independente, o Ministério Público Estadual (MP/AL) está pronta a portaria que inaugura o inquérito civil público para a investigação das supostas irregularidades na folha da Assembleia Legislativa do Estado – faltava apenas sua publicação. Agora, não falta mais. Hoje, segundo a assessoria do MP/AL, será publicada em Diário Oficial.

 

Sérgio Jucá, chefe do MP/AL, ressalta obrigação do órgão ministerial em apurar denúncias

A peça investigatória oficial atende pela portaria nº 952/2013 vai investigar as denúncias que constam na representação enviada ao órgão ministerial pelo deputado estadual João Henrique Caldas (PTN), bem como os documentos que vieram em anexo, numa mídia de CD e foram protocolados como Processo Administrativo PGJ nº 3.110/2013, no dia 01 de julho último.

Através da portaria, vários órgãos de execução do MP vão compôr a equipe que ficará responsável pelas investigações. Pelo Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), farão parte os promotores de Justiça Alfredo Gaspar de Mendonça, Luiz Tenório, Elísio Maia Júnior, Antônio Luis dos Santos Filho e Hamilton Carneiro.

Já pelos Núcleos de Defesa do Patrimônio dos 1º e 2º Centros de Apoio Operacional – CAO, os integrantes serão José Carlos Castro, Napoleão Calheiros e Tácito Yuri.

A promotora Fernanda Moreira, integrante do 1º Grupo de Trabalho de Combate à Improbidade Administrativa, e George Sarmento e Jamyl Gonçalves, da Promotoria de Justiça da Fazenda Pública Estadual, também fazem parte do grupo. Os promotores de Justiça criminais Maurício Pitta, Karla Padilha, Marluce Falcão e Givaldo Barros completam o conjunto de membros que vão coordenar as atividades. Todos eles vão atuar em parceria com o procurador-geral de Justiça, que continuará titular das investigações.

“As peças de informação entregues pelo deputado noticiam a suposta prática de atos de improbidade administrativa na gestão atual do Poder Legislativo do Estado e, por conseguinte, pode afrontar os dispositivos previstos na Lei nº 8.429/1992 […], somos obrigados a fazer investigação sobre o assunto e, se ficarem comprovadas as irregularidades, adotarmos as medidas cabíveis nos campos cível e criminal”, informou Sérgio Jucá.

 

Reprodução Tribuna Hoje.

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