Servidores do HGE prestam solidariedade a enfermeira Ruger Correia e exigem da SESAU punição a quem pratica assédio moral

Nesta quinta-feira (31) centenas de servidores de várias categorias profissionais do Hospital Geral do Estado (HGE) realizaram ato de solidariedade a enfermeira Ruger Correia, agredida verbalmente e desrespeitada pela diretora do Hospital, Marta Celeste. O ato foi realizado em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Saúde (SESAU), onde os trabalhadores exigiram do secretário Cristian Teixeira investigação e punição para o crime de assédio moral praticado pela diretora.
As denúncias contra a diretora Marta Celeste são cada vez maiores, onde ela é acusada de praticar abuso de autoridade, causando transtorno e constrangimento aos servidores do Hospital.
O ato público foi organizado pelo Sindicato dos Enfermeiros (SINEAL), tendo total apoio do SINDPREV-AL.

REUNIÃO

Lideranças sindicais, como Lourivalda Lima e Olga Chagas (SINDPREV-AL), Edleuza de Araúcjo (SINEAL), James dos Santos (ABEN) e uma comissão de servidores do HGE: Ana Lemos, Adriana Omena e Erika Vieira, foram recebidas pelo Secretário Adjunto-Executivo da SESAU, Paulo Teixeira e pelo Superintendente da Saúde, José Medeiros. Os representantes da SESAU fizeram questão de ressaltar que tanto eles, quanto o Secretário Cristian Teixeira não aceitam nenhuma prática de autoritarismo e que estariam encaminhando a realização do processo administrativo, dando ampla defesa a enfermeira Ruger Correia.
Apesar dos dirigentes da SESAU terem dito que a enfermeira poderia escolher outro local melhor para atuar, as lideranças sindicais foram enfáticas em deixar claro que o problema é de assédio moral no HGE é corriqueiro, onde a diretora Marta Celeste age, sem que nenhuma providência seja tomada efetivamente.
SINDPREV-AL e SINEAL deixaram claro na reunião que as entidades continuarão exigindo ação dos órgãos competendentes, para que casos de abuso de autoridade sejam devidamente apurados que os assediadores sejam efetivamente punidos.
Os Sindicatos têm o dever de lutar para que os trabalhadores possam exercer suas funções num ambiente harmonioso, onde o diálogo e o respeito sejam os pilares para fortalecer as relações de trabalho.

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