SINDPREV-AL defende Hospital Portugal Ramalho e denuncia privatização através das OSs

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Mais uma vez o SINDPREV-AL se posiciona publicamente contra a privatização pretendida pelo governador Renan Filho (PMDB) na saúde estadual.

Em reunião realizada nesta segunda-feira (13) com o Conselho Gestor do Hospital Portugal Ramalho – HEPR, o SINDPREV-AL, auxiliado pela sua assessoria jurídica, se posicionou contra o plano de ‘desinstitucionalização’ do HEPR proposto pelo governo, que pretende demolir o prédio do Portugal Ramalho para ser transformado em Hospital das Clínicas e entregar sua administração e gestão a Organizações Sociais (OSs). Além de diretores do SINDPREV-AL, a reunião contou ainda com a participação de representação de outros sindicatos ligados a profissionais da saúde.

Como a UNCISAL ainda não se pronunciou sobre a situação dos servidores lotados no Portugal Ramalho existem vários questionamentos sobre o futuro, o que resulta em muita apreensão e insegurança para os profissionais envolvidos.
Durante a reunião foram traçadas medidas de defesa dos direitos e garantidas dos servidores.

O SINDPREV-AL reafirma posicionamento contrário ao modelo de gestão apresentado, pois ao transferir a gestão do serviço público de saúde para uma OS, o Governo transfere o cumprimento da obrigação constitucional de garantir saúde a todos os alagoanos. Um plano bem orquestrado para o desmonte da saúde pública de Alagoas, pois por trás de falsa justificativa de melhoria na saúde está a transferência dos recursos públicos para iniciativa privada.

Saiba o que é a Desinstitucionalização

Desinstitucionalização é o processo de descaracterização de uma instituição pela ruptura dos seus valores éticos e morais, entendendo esta como uma associação ou organização de caráter social, religioso, filantrópico, etc.

Saiba o que é gestão por Organizações Sociais

Na prática, a implementação das Organizações Sociais (OS) em vários Estados do país tem significado a precarização tanto das condições de trabalho, quanto dos serviços de saúde nos locais em que elas foram implantadas. As Organizações Sociais que passaram a gerenciar os serviços de saúde estão visando apenas o lucro, ao invés de priorizarem um atendimento eficiente à população. Por exemplo: Em alguns locais o serviço de ambulância ganha por quilômetro rodado, então, mesmo podendo carregar duas pessoas, eles carregam uma só porque com isso lucram mais.

Na verdade, o lucro acabou sendo colocado acima da política pública.

 

 

 

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