Tribunal de Justiça julga decreto de falência do Grupo JL nesta terça-feira

Relator do processo no TJ/AL é o presidente da corte, desembargador José Carlos Malta Marques

 

Gazetaweb

02/07/2013

 

Durante sessão do Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), na manhã desta terça-feira (2), foi declarada a suspeição do juiz Marcelo Tadeu Lemos, anulando, assim, o acórdão do decreto da falência do Grupo João Lyra.

O grupo teve a falência decretada em primeira instância pelo Lemos. Já no TJ, o decreto foi mantido pela Terceira Câmara Cível, mas os advogados do empresário pediram a anulação do resultado, uma vez que o citado juiz – convidado para integrar a Câmara – participou do julgamento. Por isso, o então presidente do TJ/AL, desembargador Sebastião Costa Filho, atendeu, liminarmente, ao pedido dos advogados.

A decisão sobre a suspeição do juiz convocado Marcelo Tadeu caberá agora ao Pleno do Tribunal de Justiça. Caso o Pleno entenda que o magistrado não foi imparcial em seu julgamento, o agravo de instrumento contra a Usina Laginha retorna à Terceira Câmara Cível, onde será redistribuído para outro desembargador.

A decisão do juiz Marcelo Tadeu foi tomada com fundamento na dívida bilionária contraída pelas indústrias do empresário e deputado federal por Alagoas e que não fora quitada conforme o plano de recuperação apresentado pelo dono dos empreendimentos.

O relator do processo no Tribunal de Justiça é o presidente da corte, desembargador José Carlos Malta Marques.

 

Reprodução Gazetaweb.

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