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Greve geral de 30 de junho mobiliza trabalhadores da Seguridade Social

CNTSS/CUT participa de reunião da Executiva Nacional da CUT e apresenta a organização do Ramo nos estados para a greve geral
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

O Ramo da Seguridade Social reafirma seu “sim” à participação na greve geral nacional marcada para 30 de junho pela CUT – Central Única dos Trabalhadores e demais Centrais Sindicais contra as reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo governo golpista de Michel Temer. A confirmação e a atualização da mobilização da categoria por todo o país foram apresentadas durante reunião ampliada da Executiva Nacional da CUT realizada na quinta-feira, 22 de junho, em São Paulo, cuja pauta foi exclusivamente a preparação da greve geral em todos os Estados.

A CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social foi representada por seu presidente, Sandro Cezar; secretária de Finanças, Célia Regina Costa; secretária de Mulheres e adjunta de Saúde do Trabalhador da CUT, Maria de Fátima Veloso; secretária de Saúde do Trabalhador e adjunta Geral da CUT, Maria Aparecida Faria; e a Diretora Executiva e secretária de Combate ao Racismo da CUT, Maria Júlia Nogueira. Sandro Cezar fez um breve balanço sobre a participação da categoria na greve geral de 28 de abril e uma avaliação sobre os preparativos para 30 de junho. As demais dirigentes também apresentaram um parecer sobre a mobilização específica em seus Estados e das categorias a que pertencem.

“Os trabalhadores do Ramo da Seguridade Social participaram ativamente da greve geral de 28 de abril. Conseguimos, inclusive, parar diversas Agências do INSS e unidades de saúde em boa parte do país. Há uma revolta muito grande dos profissionais deste Ramo com relação às medidas do governo do golpista de Michel Temer. Para a greve de 30 de junho, nossas entidades estão mobilizando suas bases por meio de assembleias, reuniões, manifestações, entre outras formas de organização. Há uma intensa participação na divulgação da greve para toda a sociedade. Vamos intensificar ainda mais nosso trabalho nestes próximos dias,” afirma o presidente da CNTSS/CUT.

A CUT Nacional aproveitou o encontro para apresentar a ferramenta disponibilizada em seu site (www.cut.org.br) para pressionar os parlamentares a votarem a favor dos trabalhadores e, assim, derrubar as reformas propostas pelo governo federal. O “Na Pressão” é um banco de dados que permite acessar os contatos de autoridades que irão decidir sobre projetos e leis. A proposta foi avaliada positivamente pelos dirigentes presentes à reunião. O encontro contou com representantes das CUTs estaduais e dos vários Ramos que compõem a Central. A reunião foi um momento importante para definir os últimos detalhes para o dia 30 de junho. Cada dirigente apresentou os avanços em seus estados nos preparativos para a greve.

Em entrevista ao site da CUT Nacional, o presidente da entidade, Vagner Freitas, destacou a importante vitória contra a Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais. “Jamais o governo esperava que fosse perder a votação, com sua própria base votando contra, com senadores chamando Temer de corrupto e convocando Diretas Já! O que promoveu essa mudança foi nossa pressão e entramos quebrando o imenso apoio parlamentar, já que esse governo não tem qualquer apoio popular e social. Convocamos todas as centrais e todos os sindicatos para estarem nessa greve. Não acreditamos numa saída negociada com golpista. Apostamos na greve, no enfrentamento e na construção do dia 30. Suspender essa mobilização agora ajudaria o governo golpista no ataque aos trabalhadores e seus direitos,” destaca.

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

Dia 30 de junho é GREVE GERAL. Vamos lutar sem TEMER, jamais !!

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Michel Temer e sua camarilha de corruptos está colocando em curso um grande plano de desmonte dos serviços públicos. A destruição já começou extinguindo o Ministério da Previdência Social e relegando os trabalhadores do INSS e do Seguro Social a uma situação precária. Isso ocorre também na Saúde Pública e na Assistência Social como um todo.
No caso dos servidores federais há a nítida intenção de não respeitar os acordo de greve (2015). Recentemente, em reunião no Ministério do Planejamento, ficou claro que o governo não tem interesse em avançar nas cláusulas do acordo. Pior ainda: todas as medidas adotadas até agora apontam para o sucateamento e até mesmo fechamento de postos e unidades de atendimento à população, num enxugamento jamais visto na história recente do país. Até mesmo a estabilidade dos servidores públicos está em jogo.
Não se enganem, a maldade do governo ilegítimo do Sr. Michel Temer não tem limites. Recentemente a Caixa Econômica Federal anunciou o fim de financiamento de imóveis para famílias de baixa renda.
Todo esse plano macabro de destruição das conquistas históricas do povo brasileiro se materializa nas reformas da Previdência e das Leis Trabalhistas. Precisamos estar nas ruas para barrar todas essas medidas. O momento é agora.

Centrais Sindicais jogam peso nas ações do dia 20 para barrar reformas

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Organizações farão dia de mobilização para aprofundar luta contra ataques aos direitos trabalhistas e à Previdência

Com o avanço da reforma Trabalhista no Congresso (PLC 38/2017) – o texto aguarda votação na Comissão de Assuntos Sociais do Senado e está previsto para ser votado em plenário no dia 28 deste mês –, a CUT e as demais centrais sindicais ampliam a resistência em todo o país, dando ainda mais peso para o 20 de Junho – Dia Nacional de Mobilização Contra as Reformas Trabalhista e da Previdência.

Após as mobilizações dos dias 8, 15 e 31 de março, a CUT orienta suas estaduais e ramos a ampliarem a pressão sobre os parlamentares que podem, caso arovada a Reforma Trabalhista, enterrar de vez a carteira de trabalho e, com ela, todos os direitos trabalhistas, conforme aponta o secretário-geral da Central, Sérgio Nobre.

“Um governo sem legitimidade e o Congresso envolvido em escândalos não têm nenhuma condição de dialogar com a classe trabalhadora, porque sabem que essa pauta de derrubada de direitos mínimos jamais seria aprovada pelo povo em eleições diretas. Assim, cabe a todo brasileiro que deseja ver seu filho trabalhando em condições dignas, que ainda sonha em se aposentar sem morrer trabalhando ir para a rua cobrar o fim dessas reformas”, falou Nobre.

A CUT orienta que, no dia 20, pela manhã, as suas organizações filiadas, em conjunto com as demais centrais e movimentos sociais, organizem panfletagens em terminais de ônibus, estações de trem e de metrô; e caminhadas pelo Centro da cidade para dialogar com a população.

À tarde, o objetivo é realizar atividades culturais com debates sobre as reformas.

Além disso, a CUT orienta os sindicatos a promoveram assembleias e, além do corpo a corpo com os parlamentares em suas bases e nos aeroportos, enviar e-mails e mensagens para que votem contras as reformas.

Luta nos estados

Em muitas regiões, a classe trabalhadora já se mobiliza para as manifestações do dia 20. Além de plenárias regionais, que seguem por todo Brasil, já há atividades definidas em algumas capitais. Em Florianópolis haverá panfletagens pela manhã em fábricas e portas de escolas e um grande ato político e cultural, a partir das 16h30, em frente à Catedral Metropolitana.

“Dia 20 será o esquenta para a Greve Geral e vamos fazer uma manifestação que reunirá diversas categorias em defesa dos direitos que esse governo ilegítimo e esse Congresso com parlamentares golpistas querem roubar”, falou a presidenta da CUT-SC, Anna Rodrigues.

Em São Paulo, o ato cultural está previsto para acontecer a partir das 17h, na Praça da Sé, centro de São Paulo. Segundo o presidente da estadual, Douglas Izzo, a mobilização acontece em ritmo de festa junina.

“Durante o dia faremos uma caminhada pelo centro da cidade com comerciários, municipais, trabalhadores do ramo bancário, entre muitas outras categorias. Também ocorrerão assembleias nas portas de fábrica e, no final do dia, vamos fazer um ‘arraiá’ contra a retirada dos direitos nesta luta contra as reformas”, ressaltou.

Veja a seguir, um vídeo em que o presidente da CUT-SP convoca trabalhadores e trabaladoras para a próxima manifestação.


Neste dia, entidades CUTistas também programam panfletagem e diálogo com a população em diversos bairros de Manaus (AM) e, em Fortaleza (CE), no aeroporto Pinto Martins, a partir das 4h30.

INSS cria Grupo de Trabalho para discutir regulamentação de jornada semanal de 35 horas

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 A presidência do INSS publicou, na terça-feira, 13 de junho a Portaria n° 1.009 /PRES/INSS (CONFIRA AQUI a íntegra), que constitui Grupo de Trabalho para propor adequações e reorganizações das rotinas de trabalho decorrentes das deliberações em Reunião de Diretoria realizada no dia 13 de junho de 2017 (LEIA RESUMO desta reunião).

A primeira dessas “adequações” é a implantação da jornada de trabalho de 35 (trinta e cinco) horas semanais, com regime de sobreaviso. Veja reprodução abaixo.

 

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O SINDPREV-AL reitera sua posição em defesa das 30 Horas e reafirma a luta em busca desta conquista legítima da categoria. Não vamos abrir mão das 30 horas!
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