CNTSS/CUT discute pendências sobre Acordo de Greve com INSS

Temas como 30 horas e reposição da greve foram destaques da pauta da Audiência realizada na quarta-feira, 24 de agosto, na sede do Instituto, em Brasília
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

Dirigentes da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social participaram na quarta-feira, 24 de agosto, de Audiência com representantes do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social para dar prosseguimento às discussões sobre pendências relativas ao Acordo de Greve. Representando a Confederação compareceram Terezinha de Jesus Aguiar (Teca-GO), Pedro Totti (SP), Ronilson (DF), Francisca Alves de Souza e advogado Fabiano (PE).

Na ocasião, o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, aproveitou a oportunidade para apresentar a sua atual equipe: Ana Niedja, diretora de Atendimento (Dirat); Flávio Miyashiro, diretor de Benefícios (Dirben) substituto, Alessandro Stefanutto, procurador chefe do INSS; Mônica Arcoverde, diretora de Gestão de Pessoas (DGP) substituta; Robinson Nemeth, coordenador-Geral de Controle e Avaliação da Rede de Atendimento; Heloisa Henchel, chefe de gabinete; Cibele Magalhães, coordenadora-Geral de Planejamento e Gestão Estratégica e Melissa Miotto, chefe da assessoria de comunicação.

O tema 30 horas de trabalho foi discutido durante a reunião. A questão das 30 horas é uma luta constante da Confederação e motivo de cobrança permanente junto ao governo. O presidente do INSS informou que há interesse de se buscar uma solução para esta questão. Mas deixou claro que não depende exclusivamente de sua pasta, pois há a necessidade de passar também pelo Ministério do Planejamento para adequação de legislação que possa atender a todos os servidores.

Sobre a reposição da greve, os representantes do INSS disseram que 97% da categoria já repôs o período de paralisação. Está sendo avaliada a situação dos trabalhadores que ainda não cumpriram com a reposição, cerca de 3% dos profissionais. Estão sendo observados os casos dos servidores afastados em virtude, por exemplo, de auxílio doença ou para concorrer às eleições municipais. Ficou explicito que há interesse por parte da direção do Instituto de flexibilizar o prazo para que todos os trabalhadores tenham a possibilidade de quitar os dias parados.

A audiência também permitiu a discussão dos seguintes pontos: Funções Gratificadas, Medida Provisória 739/16 e Lotação ideal. Acesse o relatório abaixo e veja a íntegra das discussões.

Clique aqui e veja a íntegra do relatório:

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

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