Marina Silva enfrenta novos obstáculos para viabilizar campanha de 2014

Com esforços concentrados em criar seu partido desde o começo do ano, sobrou pouco tempo para a ex-senadora costurar acordos e viabilizar a campanha de 2014. Ainda falta a validação de 180 mil assinaturas pelos cartórios eleitorais

 

Juliana Braga

09/09/2013

 

Há menos de um mês do prazo final para o registro de seu partido, a Rede Sustentabilidade, e com o número mínimo de diretórios já garantido, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva começa a focar em viabilizar politicamente sua candidatura à Presidência da República. Envolvida desde o início do ano com a criação da Rede, Marina deixou para depois dessa etapa condicionante a costura dos acordos, que já estão sendo estudados por seus prováveis adversários desde as eleições municipais do ano passado. Entre as principais preocupações, está quem será o vice que comporá sua chapa e arregimentar filiados e as alianças locais com seus respectivos palanques.
Apesar da correria para conseguir viabilizar a Rede, interlocutores próximos têm repetido, desde o começo, que em nenhum momento Marina pensou em plano B ou considerou a hipótese de a legenda não dar certo. Ainda assim, os esforços nesse primeiro momento foram todos concentrados na coleta e na validação de assinaturas nos cartórios eleitorais.
Reprodução Correio Braziliense.
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