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CNTSS/CUT: forte adesão dos trabalhadores garante expressiva participação da Seguridade Social na greve geral nacional

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Sindicatos e Federações filiadas à CNTSS/CUT mobilizam suas bases e trabalhadores dizem “sim” à greve geral; entidades também unificam a luta com demais categorias e as CUTs em seus estados
Escrito por: Assessoria de Imprensa CNTSS/CUT

Os trabalhadores da Seguridade Social de todo o país reafirmaram seu espírito de luta e muita garra durante todo dia da greve geral nacional realizada nesta sexta-feira, 28 de abril. As várias categorias que compõem a Seguridade Social – nas áreas de Saúde, Assistência e Previdência Social, atenderam ao chamado da CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social e da CUT – Central Única dos Trabalhadores e participaram com afinco da greve, paralisando as atividades em seus locais de trabalho e indo às ruas dialogar com a sociedade sobre as reformas da Previdência e Trabalhista e a política de Terceirização que destroem os direitos e os benefícios trabalhistas conquistados com muita luta nestas últimas décadas.

Desde o início da manhã desta sexta-feira, os trabalhadores da Seguridade Social estão mobilizados na condução da greve geral em seus Estados e cidades. Fechamento de equipamentos de atendimento à população, manifestações de rua, concentrações em espaços públicos, fechamento de estradas e avenidas, estão entre as muitas formas encontradas para interagir com a sociedade e poder dialogar sobre as medidas destrutivas do governo federal e sobre os grandes desafios que a população tem para ter seus direitos preservados e as regras democráticas restabelecidas em nosso país.

Em São Paulo, categorias profissionais importantes filiadas à Confederação ajudaram a dar o tom da greve geral em todo o Estado. Foi o caso dos servidores da saúde estadual que desde os primeiros horários da manhã já estavam em seus locais de trabalho mobilizando os servidores e dialogando com a população sobre a greve. Centenas de postos de atendimentos foram fechados ou tiveram seu trabalho parcialmente interrompido. Os trabalhadores se mobilizaram com outras categorias e foram às ruas em manifestações e panfletagens para expor os motivos da greve para toda a sociedade. Em várias cidades do interior até auxiliaram nos bloqueios de estradas e avenidas para divulgar a greve nacional.

Para o presidente do Sindsaúde SP, Gervásio Foganholi, a adesão à greve de hoje foi bastante alta. A categoria da saúde, em particular, se organizou em regiões e pôde realizar atos unificados entre si e com outras categorias. Foi possível ver que a sociedade também aderiu ao movimento. “A adesão dos trabalhadores foi acima da expectativa. Foram contribuições de todos os tipos, seja com paralisação completa, seja com grandes atos públicos, mas todos participaram. Outro ponto positivo é que a sociedade também compreendeu a greve e participou como pôde nesta luta de todos nós trabalhadores”.

Em Minas Gerais, os servidores estaduais de saúde conseguiram mobilizar os trabalhadores em toda a rede. Houve fechamento de muitas unidades e a manutenção do percentual de 30% de trabalhadores apenas nas de urgência e emergência. As 28 regionais de Saúde do Estado foram fechadas, assim como a Superintendência. De acordo com Renato Almeida Barros, dirigente do Sindsaúde MG, “a adesão na greve foi grande. Além do fechamento de equipamentos, os trabalhadores também foram às ruas auxiliar nos atos e no fechamento de estradas. O ato unificado em Belo Horizonte reuniu cerca de 100 mil pessoas”.

Os sindicatos dos servidores públicos federais presentes em vários estados e com um contingente expressivo de trabalhadores em sua base aderiram à greve geral. As entidades mobilizaram seus trabalhadores para a participação na greve geral seguindo a estratégia de fechamento dos postos de trabalho – Agências da Previdência Social e equipamentos dos ministérios – e de agregar a agenda das CUTs estaduais para participação em atos e manifestações. De acordo com Terezinha de Jesus Aguiar, secretária de Comunicação da CNTSS/CUT e dirigente do Sintfesp GO, a greve teve uma adesão bastante grande.

“Tivemos muitas unidades de atendimento paralisadas em todo o país e algumas em que muitos trabalhadores conseguiram parar parcialmente. Núcleos dos ministérios também tiveram seu atendimento interrompido. Houve uma adesão muito grande das bases sindicais. Muitas de nossas cidades amanheceram vazias. Houve uma participação grande da população. Os servidores públicos federais estão de parabéns pela resposta que deram ao chamamento de nossas centrais sindicais”, afirma Terezinha Aguiar.

Outra categoria que se manifestou por todo o país foram os agentes comunitários de saúde e agentes de endemias. A Fenasce – Federação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias atua diretamente em dez estados e acompanha o trabalho dos sindicatos de saúde filiados à Confederação que possuem ACSs e ACEs em suas bases, como Minas Gerais e Pará, por exemplo. A avaliação é de que houve uma adesão grande destes trabalhadores. Um trabalho intenso de organização da categoria e preparação para a greve foi feito em todo o país, incluindo uma agenda de lutas em Brasília no início de março para recuperação do piso salarial nacional da categoria.

A FENAS – Federação Nacional dos Assistentes Sociais, a FENAPSI – Federação Nacional dos Psicólogos, FEESSERS – Federação dos Empregado em Estabelecimentos de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul, a FNE – Federação Nacional dos Enfermeiros e a FETSS – Federação dos Trabalhadores em Seguridade Social do Estado de São Paulo também foram atuantes na mobilização de seus sindicatos filiados e de toda a categoria. O resultado veio com a participação massiva destas categorias profissionais na greve geral nacional em todos os estados.

Paralisações em seus locais de trabalho e participação nas agendas de rua propostos pelas CUTs estaduais também auxiliaram na mobilização destes trabalhadores para a greve geral. Os Sindicatos dos assistentes sócias, de psicólogos, da saúde privada, enfermeiros e da seguridade social atenderam ao chamado das Federações filiadas à Confederação e deram uma resposta à altura dos desafios colocados para a classe trabalhadora. Organizados em suas entidades ou mobilizados com outras categorias, estes trabalhadores se uniram para o fortalecimento do movimento grevista em vários estados.

Os sindicatos da rede privada de saúde filiados à Confederação, Guarulhos, ABC, Pará, Bahia e de várias cidades do Paraná e Rio Grande do Sul, atuaram junto às duas bases e, considerando as especificidades de cada região, unificaram seus trabalhadores para participação na greve. Equipamentos foram fechados e outros tiveram adesão parcial. Um grande número de profissionais participou ativamente da greve. Estes sindicatos possuem uma pluralidade de categorias ligadas a diferentes sindicatos patronais. Apesar desta dificuldade a mais, a mobilização foi possível e os trabalhadores aderiram nas condições que lhes foram possíveis.

Dia do/a Trabalhador/a é marcado por forte mobilização em Maceió

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A mobilização contra as reformas Trabalhista e Previdenciária continuam em Maceió. Desta vez foi na segunda-feira (1), dia do/a Trabalhador/a, quando trabalhadores do campo e da cidade, movimentos estudantis e sociais realizaram importante manifestação na orla da capital.

A atividade faz parte das mobilizações que visam barrar as reformas Trabalhista, Previdenciária e a Terceirização que acabam com os direitos históricos trabalhistas e previdenciários. Como sempre, o SINDPREV-AL esteve presente, dando demonstração da sua força e unidade da categoria para continuar lutando pelos nossos direitos.

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Greve Geral: Milhares de trabalhadores alagoanos vão às ruas em protesto contra reformas de Temer; SINDPREV-AL foi o destaque

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O dia 28 de abril de 2017 ficará na história como a maior greve das últimas décadas no Brasil. Em Alagoas foi, certamente, uma greve histórica. Desde as primeiras horas, trabalhadores e trabalhadoras ocuparam as ruas e fizeram atos em frente aos postos de trabalho em todo o Estado.

Diretores do SINDPREV-AL percorreram as Agências do INSS, Unidades de Saúde e SRTE-AL, obtendo adesão quase que unanime para a causa de defesa dos direitos dos trabalhadores e contra as reformas do governo ilegítimo do Sr. Michel Temer (PMDB).

No período da tarde, Maceió registrou a maior passeata da histórica recente, com mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras nas ruas da capital, numa demonstração de repúdio às medidas do governo federal.

Veja fotos:

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Trabalhadores da Seguridade Social de Alagoas concentram mobilização da GREVE GERAL em frente ao prédio-sede do INSS

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Após percorrem todas as APS de Maceió, Unidades de Saúde, SRTE-AL e outros locais de trabalho, os trabalhadores da Seguridade Social estão concentrados em frente ao prédio-sede do INSS (Antiga Rua da Praia – Centro de Maceió), onde debatem a repercussão do movimento e ficam informados das últimas informações, repassadas pela direção do SINDPREV-AL.

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O servidor do INSS e atualmente Deputado Estadual, Ronaldo Medeiros (PMDB), se solidarizou ao movimento dos trabalhadores em GREVE. Por ser um servidor da Previdência, Ronaldo faz profundas críticas a esses dois projetos que retiram direitos trabalhistas e previdenciários.

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Greve no INSS e em toda a Seguridade Social é forte em Alagoas

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Pelo menos 80% das Agências do INSS em Alagoas paralisaram suas atividades nesta sexta-feira (28), dia da GREVE GERAL. Na capital, os trabalhadores das APS decidiram fechara as Agências. Antes, fizeram várias abordagens para os poucos usuários que compareceram, informando sobre os motivos da Greve.

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Com relação as Unidades de Saúde , vários municípios de Alagoas aderiram a greve geral, a exemplo de Cajueiro, viçosa, Santana do Ipanema, palmeira dos índios, Delmiro gouveia, arapiraca, viçosa, Campo Alegre, Maribondo, Boca da Mata, Murici, Santana do Mundaú, Igaci entre outros.

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