31 de março é dia de luta em todo o país

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Entidades filiadas à Confederação se mobilizam para defender direitos da classe trabalhadora; “Dia Nacional de Mobilização” será um esquenta para greve geral de 28 de abril
Escrito por: Assessoria de Imprensa CNTSS/CUT

Os Sindicatos e Federações filiados à CNTSSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social vão às ruas nesta sexta-feira, 31 de março, em seus Estados para defender a Previdência Social e os demais direitos dos trabalhadores que estão sendo atacados violentamente pelo governo ilegítimo de Michel Temer. O “Dia Nacional de Mobilização” reunirá os trabalhadores de todo o país para dizer um grande “não” às políticas antissociais e entreguistas deste governo destacadas neste momento pelas reformas da Previdência e Trabalhista e o projeto de terceirização que está para ser sancionado pelo governo.

 

Para além destas bandeiras legítimas da classe trabalhadora, o 31 de março se constituiu desde já como uma agenda preparatória para a grande greve nacional marcada para 28 de abril. Fechada em acordo com todas as centrais sindicais, a greve geral terá quatro eixos de combate: Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista, a terceirização e a luta por nenhum direito a menos. Estão envolvidos dando apoio nesta grande empreitada as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, MST, MTST, Central de Movimentos Populares, UNE, movimentos sociais. A proposta é um dia de greve com adesão de todos os setores e categorias.

 

A expectativa que o dia 31 de março seja um esquenta para a greve geral e que agregue cada vez mais trabalhadores. Foi assim nas agendas defendidas pela CUT que levaram milhares de pessoas para as ruas nos dias 08 e 15 de março, respectivamente, Dia Internacional das Mulheres e Dia Nacional de Mobilização e Paralisação. Nestas duas oportunidades a CNTSS/CUT incorporou a convocatória da Central e mobilizou suas lideranças e bases para discutirem a pauta em defesa da Seguridade Social e dos direitos trabalhistas com os demais trabalhadores e a sociedade. As propostas de Temer correspondem a um desmonte de toda a estrutura da Seguridade Social e representa um grave retrocesso nas políticas de direito para todas as categorias profissionais.

 

As manifestações desta sexta-feira, 31, encerram um mês em que a sociedade brasileira se organizou para preservar suas conquistas sociais e trabalhistas. Somente no dia 15 de março um milhão de pessoas foram às ruas brigar por seus direitos. Os trabalhadores e suas entidades estão se organizando para promover paralisações, manifestações, passeatas, atos, fechamento de estradas e avenidas, entre outras formas de organização da luta de resistência. As entidades filiadas à Confederação realizarão atividades próprias e também em conjunto com outras categorias e as CUTs estaduais.

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