GOVERNO ADIA A PROPOSTA FINAL

Governo Dilma irá apresentar uma proposta conclusiva no dia 31 de julho

Escrito por: SINDIPREV/SE

A audiência com o Secretário de Relações Sindicais do Planejamento, Sérgio Mendonça, foi marcada pelo descaso do Governo Dilma com os representantes das entidades que ficaram proibidos de ter acesso à sala de reunião até o convite formal para a audiência. Os representantes da CNTSS, incluindo Joaquim, ficaram fora do edifício do Planejamento com temperatura de 16 graus em Brasília. Os dirigentes só tiveram acesso à sala de reunião 21h, após duas horas de atraso e descaso.

A Presidente da CNTSS, Maria Aparecida de Godoi, fez a abertura da reunião relatando o ASSÉDIO MORAL com que o Governo Dilma trata as entidades em suas audiências. Maria relatou a falta de respeito com que o Governo trata os servidores e dirigentes sindicais. A Presidente da CNTSS também cobrou do Planejamento uma proposta concreta aos servidores do PST/PGPE já negociada no Ministério da Saúde e engavetada pelo Governo. Para Maria, os servidores não querem a greve, mas a vontade parte do Governo que não negocia com as entidades a conclusão do processo de reajuste salarial.

Outro ponto bastante discutido foi a preocupação com a GEAP e o aumento abusivo ao servidores.

Sérgio Mendonça falou não ter proposta concreta às entidades, mas que o Governo Dilma irá apresentar uma proposta conclusiva no dia 31 de julho, 16h. Quanto à GEAP, Sérgio falou que o Governo conhece todos os problemas, mas só discutiria em reunião específica no dia 09 de agosto e que uma das soluções seria o aumento da percapta governamental.

A CNTSS disse que não espera uma proposta fechada do governo para o dia 31 de julho, mas uma proposta próxima do que foi construída com as entidades. A Presidente da CNTSS também ratificou a permanência e crescimento da GREVE EM TODO O PAÍS.

Todos os diretores reafirmaram a disposição em poder negociar para encerrar a greve.

O diretor do SINDIPREV/SE falou da problemática por que passam os ativos e, principalmente, os aposentados. Para o dirigente do SINDIPREV/SE, não existe condições em se viver sendo servidor do PST/PGPE.

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