Postos de saúde são ameaça a usuários

CAOS. Unidades em Maceió não têm condições de funcionamento

Por: MAURÍCIO GONÇALVES – REPÓRTER – Gazeta de Alagoas on-line

Uma gata preta buchuda é a mascote do Posto de Atendimento Médico do Salgadinho, o PAM Salgadinho. A felina desfila entre corredores com o teto caindo, a lavanderia que pegou fogo, banheiros interditados, equipamentos quebrados e pacientes sem atendimento. Por onde passa, a prenhe cativa funcionários, alguns ociosos, outros sobrecarregados, quase todos sem condições de trabalho. Para os supersticiosos, a geração de bichanos pretinhos no maior posto de Maceió pode ser um prenúncio (ou alerta) para a gestão que se inicia na Secretaria Municipal de Saúde.

O secretário João Marcelo Lyra já acendeu a luz de emergência e anunciou uma série de medidas para socorrer o combalido PAM. Não só ele, como todas as 70 unidades de saúde escatembadas da capital. Como não dá simplesmente “para soltar os cachorros” numa caça aos gatos pretos (pardos, malhados, brancos e afins também), a prefeitura realiza uma auditoria completa na Saúde, que classifica a herança deixada pela gestão anterior como de “caos, calamidade pública e urgência”.

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