Servidores da saúde paralisam atividades em Alagoas e podem deflagrar greve

Fonte: tribunahoje.com – http://tribunahoje.com/

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A aprovação de um Projeto de Lei que fixa os subsídios dos servidores da saúda na Assembleia Legislativa do Estado gerou uma reação em cadeira por parte do funcionalismo público.

Os agentes da saúde que atuam Hospital Geral do Estado (HGE), na Maternidade Escola Santa Mônica, Hospital Ib Gatto Falcão, na Unidade de Emergência do Agreste, no Hemocentro de Alagoas (Hemoal), no Hospital Psiquiátrico Portugal Ramalho, no e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), bem como nos mini pronto-socorro, podem deflagrar uma greve ainda esta semana.

Um protesto foi realizado na manhã desta quinta-feira (5), em frente à sede da Maternidade Santa Mônica, no bairro do Poço, para expor a realidade que os profissionais estão passando em decorrência da política de saúde desenvolvida pelo governo estadual.

O Sindicato da Seguridade Social (Sindprev) informou que ainda hoje haverá uma assembleia para avaliar a possibilidade de uma paralisação geral. Com o protesto desta quinta-feira, 30% dos serviços foram disponibilizados à população.

Em relação ao PL aprovado na ALE na sessão de quarta-feira (5), o Sindprev destacou que o governo vai pagar em forma de Gratificação Por Função de R$ 250 a R$ 500, no entanto, os servidores da saúde não irão contar mais com o restante da quantia paga em gratificação.

“Além do mais, os funcionalismo público é favorável progressão de carreira, melhores condições de trabalho e reajustes salariais. Não adianta vir com história de que um projeto de lei enviado pelo governo será a resolução dos problemas da categoria”, argumentou o vice-presidente do Sindprev, Célio Santos.

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