Sindicato realiza Assembleia na Maternidade Santa Mônica para esclarecer conquista da ampliação da Gratificação Rede Cegonha

Diretores do SINDPREV-AL estiveram nesta segunda-feira (3) participando de uma Assembleia com os trabalhadores do Hospital Maternidade Santa Mônica para prestar esclarecimentos sobre como foi a conquista do redimensionamento da Gratificação Rede Cegonha para cerca de 200 servidores. Participaram da Assembleia os diretores: Ivanildo Marques, Olga Chagas e Lourivalda Lima.
O diretor do Departamento Jurídico do SINDPREV-AL Ivanildo Marques prestou os esclarecimentos necessários, onde ressaltou a importância da conquista, já que foi fruto de inúmeras negociações junto a direção da UNCISAL por intermédio do SINDPREV-AL e o acompanhamento de uma Comissão de Servidores. Ivanildo reafirmou a necessidade de tratamento igual para todos os servidores. No caso específico houve uma diminuição da gratificação, pois não havia, no momento, margem para aumento no valor geral da verba. Apesar disso, fica a certeza de que é necessário a união de todos os servidores em prol da coletividade e que daqui para frente outras conquistas virão.
Ivanildo reafirmou o compromisso dos que fazem o SINDPREV-Al, tanto no aspecto político, quanto no aspecto jurídico, pontuando as conquistas obtidas pelo canal de diálogo da gestão para com o sindicato.

Direitos dos trabalhadores

A diretora Olga Chagas aproveitou a Assembleia para fazer um alerta geral aos trabalhadores sobre os perigos que se avizinham nos próximos anos, com perda dos direitos trabalhistas e a intenção clara do atual governo de Alagoas em dar prosseguimento acelerado à privatização da Saúde estadual, levando a extinção dos serviços públicos como conhecemos hoje.
Com a mesma tônica, a diretora Lourivalda Lima enalteceu a necessidade de fortalecimento das organizações sindicais para garantir a manutenção e ampliação dos direitos dos trabalhadores, principalmente os da Saúde. ‘Precisamos mais do que nunca buscar a unicidade e lutar por todos. O sindicato não pode fazer a luta sozinho, assim como o trabalhador não pode está desamparado sindicalmente’, disse a diretora.

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