Sindprev comanda manifestação de servidores da Saúde no Centro de Maceió

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Servidores da Saúde fecham rua do centro de Maceió; trânsito é intenso

Grupo cobra a Gratificação Por Função (GPF) e atualização de salários.
Estado afirma que incorporação depende Projeto de Lei em trâmite na ALE.

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Fonte: G1.com/alagoas

Servidores da Saúde do Estado de Alagoas seguem, desde o fim da manhã desta sexta-feira (29), em caminhada pelas ruas do centro de Maceió para protestar contra contra a suspensão do pagamento da Gratificação Por Função (GPF) e salários defasados. O grupo fechou a Rua Barão de Penedo, em frente à Secretaria Estadual da Gestão Pública (Segesp), provocando um intenso congestionamento pelas ruas do comércio.

“A gente só vai sair daqui se tiver a garantia da reunião com a Segesp na próxima segunda-feira (1º). Se não houver acordo, vamos convocar uma assembleia para a próxima quinta-feira (05) onde será deliberada a possibilidade de uma greve geral”, diz o integrante do Sindiprev, Cícero Lourenço.

Mais cedo, um grupo de associados ao Sindicato dos Servidores do Samu (Sinsamu) e do Sindicato dos Previdenciários (Sinprev) realizaram uma mobilização com dezenas de funcionários do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu) e paralisaram as atividades.

“Nossa luta é a mesma dos servidores do HGE, do Hospital Portugal Ramalho e da Escola Maternidade Santa Mônica. Queremos o pagamento das nossas Gratificações por função e correção do nosso salário. Além disso, estamos sofrendo perseguição pelo administrativo do Samu”, afirmou o presidente do Sinsamu, Cláudio Wagner.

O trânsito nas ruas próximas à Segesp, que já é normalmente congestionado neste horário, ficou ainda mais complicado. Motoristas tiveram que optar por ruas alternativas para fugir do bloqueio. A principal opção de desvio para quem seguia em direção à Rua Barão de Penedo foi a rua do Tribunal de Justiça de Alagoas, a Rua Senador Luiz Torres, que ficou completamente travada.

Projeto emperrado
Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a incorporação da gratificação reivindicada pelos manifestantes depende da aprovação de um Projeto de Lei que se encontra em trâmite na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). O Estado diz que não pode pagar o abono até que este projeto seja aprovado.

De acordo com a Sesau, não haverá perda de proventos para os servidores, visto que o pagamento terá como data base o mês de novembro 2013 e os pagamentos serão feitos de forma retroativa.

Mas os manifestantes cobram ainda que o governo altere PL que se encontra na ALE. “A proposta é que o governo altere o projeto que foi encaminhado à Assembleia. Queremos a incorporação total das gratificações e não só os 11,7% que estão oferecendo”, defende Lourenço.

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