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Sindicato procura beneficiários de processo PCCS/INSS que não receberam valores

pccs

Atenção, pelo menos 29 (vinte e nove) pessoas do processo Nº 60346.10.1990.5.19.0002, do PCCS do INSS, cujo responsável é o escritório do Advogado José Lins, precisam procurar, com urgência a sede do SINDPREV (Rua Dr. Mizael Domingues, 324, Centro – Em frente ao estacionamento do PAM Salgadinho). Fones: 2123 9494 – 2123 6461 – 2123 6462

O Sindicato pede ainda que parentes, amigos ou pessoas que saibam do paradeiro dos beneficiários, que também ajudem nesta localização.

Veja baixo a lista de beneficiários do chamado PCCS:

BENEFICIÁRIOS COM VALOR SUPERIOR A 60 SALÁRIOS MÍNIMOS

Alzira de Oliveira Pinheiro (Antônio Pinheiro)
Cícera Barreto dos Santos
Eleusa Albuquerque de Souza
Eurídes de Moura Lima (Danilo de C. Lima)
Gedalva Costa Lima
João Luiz Pereira da Silva
José Gomes de Miranda
José Neirisberque Almeida
Maria Luzinete Apratto
Maria Noemia S. Palmeira
Maria Salete de A. Freire
Nair Soares Bahia (José Pontes Bahia)
Olga Silva Moraes

BENEFICIÁRIOS DAS RPV’s

Antonio Francisco de Lima
Gerusa Calheiros da Rocha
Gilson José dos Santos
Helvecio Gomes da Silva (Ivanise O. Silva)
Inez Silveira Santos (Júlio P. da Silva)
João Teixeira da Costa
José Sisinando Santiago Costa
Lúcio Valentino P. Canabarra
Olívia Ferreira da Silva
Otília H. Spectht F. Lins (Marco Antonio S. d F.)
Ulysses Cansanção Acioly
Valdez Silva
Veronica Silva

 

Câmara vira as costas ao trabalhador e aprova terceirização em atividade-fim

CUT continuará nas ruas, preparando um 1º de maio forte e, “se necessário, uma greve geral”
Escrito por: Igor Carvalho

Na noite desta quarta-feira (22), a Câmara dos Deputados, sob o comando de seu presidente, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apunhalou os trabalhadores e suas conquistas históricas aprovando a emenda que autoria a terceirização em atividade-fim nas empresas do País.

Ao todo, 230 deputados votaram favoráveis à emenda e 203 contra. A proposta foi apresentada pelo relator do projeto, o deputado federal Arthur Maia (SD-BA). O PT apresentou um proposta que contrariava essa emenda, mas ela não foi apreciada.

Além da terceirização em atividade-fim, a Câmara também aprovou a emenda que reduz de 24 para 12 meses, a quarentena que o ex-funcionário de uma empresa deve cumprir para que possa prestar serviços por meio de uma terceirizada.

“A luta não acaba com a votação na Câmara, o projeto ainda passará no Senado. Nós estaremos na rua e teremos um 1º de maio de luta. Vamos ampliar as mobilizações, fazer novos dias de paralisações e, se necessário, uma greve geral para barrar esse ataque nefasto e criminoso aos direitos da classe trabalhadora brasileira”, declarou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Para a secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, o caminho deve ser uma greve geral para contestar a aprovação do PL 4330 na Câmara dos Deputados.

“Nós nos deparamos com uma aberração no Parlamento. Não tem espaço para o debate e não tem acesso dos trabalhadores para discutir com os parlamentares. Se discute a matéria e no outro dia se volta tudo atrás. A partir de amanhã, vamos intensificar as mobilizações. Vamos fazer um 1º de maio forte e aglutinar forças para uma greve geral”, afirmou Graça.

O povo fora da Casa

Desde às 14h desta quarta-feira (22), trabalhadores concentraram à frente do Anexo 2 da Câmara dos Deputados, aguardando uma liberação para que acompanhassem a votação do PL 4330. Porém, autoritariamente e sem qualquer motivo, o presidente da Casa proibiu que o povo estivesse no local.

“Isso aqui é a Casa do povo, não é a Casa do Cunha”, discursava Vagner Freitas, após a última de inúmeras tentativas de acessar as galerias da Câmara. “É um absurdo o que está sendo feito, isso me lembra a ditadura militar, Eduardo Cunha é um ditador”, afirmou a deputada federal Moema Gramacho (PT-BA).

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