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Após grande pressão, MDSA suspende próximo ciclo do IMA-GDASS e período de avaliação retorna a 67 dias

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Fonte: FENASPS

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Ministério retifica portaria que reduzia o ciclo para 45 dias depois da pressão dos trabalhadores (clique para ampliar)

 

Após grande pressão dos trabalhadores, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) publicou, nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, no Diário Ofícial da União (DOU), duas portarias. A primeira, de n° 87, suspende o próximo ciclo de avaliação do indicador Idade Média do Acervo – Gratificação de Desempenho de Atividade do Seguro Social (IMA-GDASS), reivindicação sempre presente nas pautas.

Em 17 de fevereiro, inclusive, a Fenasps oficiou a presidência do INSS (reprodução acima) solicitando a suspensão do próximo ciclo do IMA-GDASS, e alertou ao órgão que os servidores sofreriam grandes prejuízos se o período de avaliação fosse reduzido de 67 para 45 dias, conforme previsto na Portaria do MDSA n° 45, publicada neste mesmo dia 17 no DOU. Já na segunda semana de janeiro de 2017 a Fenasps havia solicitado a suspensão do ciclo, assim como em dezembro, outubro, maio e janeiro de 2016.

 

Com a publicação, nesta quinta, 23, da Portaria n° 88, foi revogada esta Portaria n° 45, retornando a 67 dias o período de avaliação. Esta é mais uma vitória para a categoria que só foi possível com a mobilização dos trabalhadores!

 

CONFIRA AQUI a íntegra das duas portarias (n° 87 e n° 88) publicadas no DOU nesta quinta-feira, 23.

Assembleia deve decidir sobre proposta para acabar com greve em Santana do Mundaú

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Após uma exaustiva reunião com a gestão municipal de Santana do Mundaú com representantes do SINDPREV-AL foi estabelecida uma proposta de acordo para cumprir a Pauta de Reivindicações. Essa proposta foi conseguida através do consenso e deve ser apreciada em uma Assembleia a ser realizada nesta sexta-feira (24). Os servidores de Santana do Mundaú estão em greve desde o mês de outubro/2016.

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Fórum em Defesa da Previdência e Contra as Reformas do governo ilegítimo prepara grande manifestação no dia 8 de março

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O Fórum Estadual em Defesa da Previdência Social e Contras as Reformas do governo ilegítimo do Sr. Michel Temer decidiu concentrar suas forças em uma grande manifestação no dia 8 de março (Dia Internacional da Mulher) como forma de deixar claro que a sociedade civil organizada não vai deixar que sejam perdidos os direitos adquiridos nas últimas décadas.

A reunião do Fórum aconteceu na sede da OAB-AL nesta segunda-feira (20). O SINDPREV-AL esteve representado pelos diretores Gorete Nascimento, Valda Lima e Aparecida Flores. O diretor Cícero Lourenço representou a CNTSS no evento, que conta com o apoio de diversas entidades da sociedade civil organizada de Alagoas.

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Governo tenta desmontar a Seguridade Social

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Reforma da Previdência pode provocar importantes alterações nas regras de acesso aos benefícios oferecidos aos trabalhadores
Escrito por: Igor Carvalho

O governo ilegítimo de Michel Temer está tentanto desmontar o conjunto de políticas naconais de Seguridade Social. Seu primeiro ataque nesse sentido é a Reforma da Previdência, que começou nesta semana a tramitar na Câmara dos Deputados. Mas a ameaça atinge toda a Seguridade Social, definida na Constituição brasileira como o “conjunto integrado de ações ,,, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social”.

Para a secretária-geral adjunta da CUT, Maria Aparecida Faria, a Reforma da Previdência prejudicará profundamente a classe trabalhadora. “A taxa de desemprego vem crescendo no país, principalmente depois do golpe. Como podemos pensar que os trabalhadores conseguirão trabalhar 49 anos ininterruptos para alcançar a aposentadoria, como propõe essa reforma? E as mulheres que muitas vezes têm sua trajetória interrompida por uma gravidez ou para cuidar de um familiar adoecido?”, pergunta.

A dirigente lembra que a Seguridade Social já foi severamente prejudicada por conta da PEC 55, que impôs um teto de investimentos em diversos setores, entre eles a Saúde, para os próximos 20 anos.“O primeiro ataque foi a diminuição de recursos de verbas para o SUS e revisão de como os diversos programas do SUS são aplicados nos municípios. Isso deve gerar problemas em como a população vai acessar esses programas”, explica Maria.

Outra preocupação é o Benefício de Prestação Continuada (BPC), oferecido a pessoas que completam 65 anos com renda familiar de até R$ 220, mesmo que não tenham contribuído, e com deficiência física. De acordo com o texto da reforma apresentada pelo governo, o programa só poderá ser acessado, por idosos ou deficientes, após os 70 anos. Outra regra nova, é que o valor do BPC será desvinculado da política de aumento do salário mínimo, ao contrário do que é feito atualmente.

Segundo Maria, a intervenção direta na Seguridade Social deve atender aos interesses do mercado. “Saúde pública, eles [governo] querem oferecer pacote básico, quem tiver dinheiro paga um tratamento melhor. A mesma coisa na Previdência, quem tiver dinheiro paga uma privada, quem não tiver, trabalha até morrer”, afirmou a dirigente, lembrando do mote da campanha nacional lançada pela CUT, “Reaja agora ou morra trabalhando.”

Condições de trabalho no INSS e relação com síndrome de Burnout são tema de tese de doutorado

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Fazendo um estudo de caso a partir da pesquisa realizada na Gerência Executiva do INSS de Natal/RN, o doutor em Ciências da Administração, Ary Peter, defendeu, em janeiro de 2017, sua tese baseada nas condições de trabalho a que os servidores do INSS estão submetidos naquela gerência.

O Dr Ary elabora sua tese ao redor da ideia de que nos dias atuais o serviço público brasileiro tem passado por uma grande crise estrutural, e, ao se falar em INSS, o problema, historicamente, é bem maior. Sua tese analisou a possível relação existente entre o estresse ocupacional e a síndrome de Burnout (ou síndrome do esgotamento profissional) por meio do método conhecido como Maslach Burnout Inventory (MBI), o inventário, já mundialmente conhecido, validado e adaptado para o Brasil.

Os resultados apontaram que as características predominantes na amostra foram servidores do sexo feminino, na faixa etária acima de 55 anos, que estão lotadas nas APS, tendo ou não cargo de chefia e que tem mais de 28 anos de serviço público.

CONFIRA AQUI a íntegra do estudo.

Fonte: fenasps

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