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Trabalhadores/as do INSS de Alagoas na luta contra o desmonte da Previdência Social

Assistentes sociais e Sindprev-Al entregam  carta aberta à  gerente Executiva do Inss Al

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O SINDPREV-AL deu continuidade hoje (8) à luta pela manutenção da Previdência Social e pública. Neste dia 8 de maio/2017 está acontecendo uma mobilização nacional do Serviço Social ou da Reabilitação do INSS. Mas, sabermos que estes ataques atingem praticamente todos os setores e fazem parte da mesma lógica de desqualificação dos serviços públicos junto a sociedade, principalmente daqueles que utilizam destes serviços. A intenção do governo é desgastar, desmontar e depois apresentar a privatização como solução.

No final da manhã as assistentes sociais do INSS entregaram uma carta aberta à Superintendente Regional do INSS de Alagoas.
Para convencer a população de que o serviço não presta usa-se um receituário antigo o chamado desmonte, um processo silenciosamente desenvolvido que retira recursos até ao ponto de paralisar as ações. Hoje, o INSS não tem pessoal suficiente, nem recursos financeiros para custear cursos, instrumental ou uma simples visita. Isso no caso da reabilitação e serviço social não é diferente. O resultado desta equação é uma imagem de incompetência e desrespeito. Assim fica muito mais fácil a população aceitar a privatização destes serviços. Já vimos isso? Não?
Infelizmente, temos neste momento representantes de uma categoria, em sua jornada sagrada por uma carreira, aliados ao governo, vendidos, ocupando espaços de gestão e acelerando o processo de desmonte do INSS. A reabilitação e o Serviço Social são seus primeiros alvos, pois servidores “administrativos” destes serviços ao aplicarem seus conhecimentos cotidianamente dizem que nenhum profissional é onipotente.
Hoje é mais uma batalha e os trabalhadores destes serviços, mais que qualquer outro, sabem que já passou da hora de reagir.

Nenhum direito a menos!

INSS-AL responde ao SINDPREV-AL sobre demora na incorporação da GDASS/GDPST

Em resposta ao ofício do SINDPREV-AL, encaminhado no dia 27 de abril, sobre a demora para pagamento da Incorporação das Gratificações dos servidores das Carreiras do Seguro Social (GDASS) e da Seguridade Social (GDPST), através da Gerente-Executiva Substituta, Edileide Salde de Oliveira Santos, informou que a operação está em fase de conclusão, mas que não tem data definida para implantação.

Diante disso, o SINDPREV-AL ressalta o compromisso em buscar o diálogo que garanta o pagamento das aposentadorias que já foram revistas ou concedidas a partir de 1º de janeiro/2017, e, caso não seja resolvido, o jurídico será acionado. Destaca-se também o período que já passou após a aprovação da lei, em 25 de julho de 2016, tempo suficiente para adequação do sistema.

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Ministério Público do Trabalho reafirma: greve é direito fundamental

mpt
Em nota pública, MPT enfatiza a “legitimidade dos interesses que se pretende defender” por meio da greve de sexta-feira, “movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas”

São Paulo – O Ministério Público do Trabalho divulgou nota pública na noite desta quarta-feira (26) sobre o movimento de greve geral marcado para sexta-feira (28). Assinado pelo procurador-geral, Ronaldo Curado Fleury, o texto afirma que a greve é “um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal, bem como por Tratados Internacionais de Direitos Humanos ratificados pelo Brasil, ‘competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender’”.

Na nota, o MPT enfatiza ainda “a legitimidade dos interesses que se pretende defender por meio da anunciada Greve Geral como movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas trabalhista e previdenciária, em trâmite açodado no Congresso Nacional, diante da ausência de consulta efetiva aos representantes dos trabalhadores”.

Confira abaixo a íntegra.
NOTA PÚBLICA
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO, considerando a Greve Geral anunciada para o dia 28.04.2017, vem a público:

I – DESTACAR que a Greve é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal, bem como por Tratados Internacionais de Direitos Humanos ratificados pelo Brasil, “competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender” ( art. 9º da CF/88);

II – ENFATIZAR a legitimidade dos interesses que se pretende defender por meio da anunciada Greve Geral como movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas trabalhista e previdenciária, em trâmite açodado no Congresso Nacional, diante da ausência de consulta efetiva aos representantes dos trabalhadores (Convenção OIT n. 144);

III – REAFIRMAR a posição institucional do Ministério Público do Trabalho – MPT contra as medidas de retirada e enfraquecimento de direitos fundamentais dos trabalhadores contidas no Projeto de Lei que trata da denominada “Reforma Trabalhista”, que violam gravemente a Constituição Federal de 1988 e Convenções Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho;

IV – RESSALTAR o compromisso institucional do MPT com a defesa dos Direitos Sociais e com a construção de uma sociedade livre, justa, solidária e menos desigual.
RONALDO CURADO FLEURY
Procurador-Geral do Trabalho

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