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Em Plenária, trabalhadores elegem nova diretoria da Regional Palmeira dos Índios

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Trabalhadores da Seguridade Social realizaram uma importante Plenária para discutir os rumos da categoria e eleger a nova Diretoria da Regional de Palmeira dos Índios. A Plenária foi realizada no dia 18 de maio e contou com expressiva participação de delegados (as) eleitos (as) nos Núcleos Municipais.

A nova direção da Regional foi eleita, tendo a companheira Reliete Ramos Araújo como presidente.

Veja a seguir a diretoria completa:

Presidente – Reliete Ramos Araújo

Vice-presidente – Leonardo da Graça

Tesoureiro – José Eleutério da Silva

Vice-tesoureiro – Fenando Pinto da Silva

Secretária – Valdenice Nunes de Souza

Segunda secretária – Maria Cícera Oliveira da Silva

Secretário de Esporte e Lazer – Carlos Jorge G. da Silva

Secretária da Mulher – Josenilda Leobino Dantas

Secretário de Comunicação – Ivanildo Dantas da Silva

Segunda Secretária de Comunicação – Maria Aparecida Dias da Silva

Primeira Suplente da diretoria – Dislane Correia de Albuquerque

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Povo nas ruas no domingo; Maceió terá manifestação na orla marítima

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Marcha da CUT e demais centrais a Brasília na quarta (24) vai exigir o fim das reformas

A CUT e as demais entidades que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo vão realizar no próximo dia 21, em todo o Brasil, atos e manifestações para exigir a saída do ilegítimo presidente Michel Temer e eleições diretas.

No próximo domingo (21) haverá atos e manifestações em todo o país. Em Alagoas, a manifestação será na orla marítima, a partir das 9h. E no dia 24 (quarta-feira) haverá a ocupação de Brasília.

A Marcha a Brasília, que foi convocada pela CUT e demais centrais sindicais, é uma prioridade do movimento sindical diante do novo cenário na política nacional após as denúncias contra Temer.

Segundo o presidente da CUT, Vagner Freitas, para propor reformas tão drásticas e nefastas no mercado de trabalho e na aposentadoria dos brasileiros, é preciso ter no mínimo condição política e moral, coisa que o grampo que o dono da JBS Joesly Batista comprovou, Temer não tem.

“No dia 24 vamos exigir a interrupção imediata da tramitação das reformas (desmontes) da Previdência e Trabalhista, que acabam com a aposentadoria e com a CLT”, disse Vagner, que complementou: “Um governo golpista e sua base de apoio não têm nenhuma condição moral de defendê-las”.

A denúncia contra Temer

As provas de corrupção e suborno envolvendo diretamente o golpista Michel Temer, numa operação com a JBS para calar o ex-deputado Eduardo Cunha comprovam, o que há mais de um ano afirmamos, que o ilegítimo Temer não tem nenhuma condição de continuar na presidência da República.

Só o voto popular pode resolver essa imensa crise política, resgatar a democracia e credibilidade na principal instituição brasileira. Qualquer outra saída será golpe dentro do próprio golpe.

É por isso, que a CUT e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo convocam todos e todas para ocupar as ruas no próximo domingo, dia 21 de maio, de todas as capitais do país para exigir Fora, Temer e Eleições Diretas, Já! E preparar a maior Marchas a Brasília no dia 24.

Desastre trabalhista: o que a reforma de Temer prepara para você

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Em nota, departamento destaca principais prejuízos presentes na proposta que deve ser votada nesta semana

O Projeto de Lei (PL) 6.787 proposto pelo ilegítimo Michel Temer (PMDB) é sonho antigo dos empresários que financiaram o golpe. Ao derrubar as principais diretrizes que garantem condições mínimas de trabalho, o texto permite ampliar o lucro com base na ampliação da exploração do trabalhador.

Ponto como a abrangência do contrato por tempo parcial (de 25 horas para 30 horas semanais), o estabelecimento da prevalência do negociado sobre o legislado, a regulamentação da representação não sindical no local de trabalho em empresas com mais de 200 trabalhadores e a ampliação do prazo dos contratos de trabalho temporário (de três para seis meses) ajudam a deixar o empregado fragilizado diante do empregador.

Em nota técnica, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) destrincha o projeto em três grandes pontos: condições de trabalho, organização sindical e negociações coletivas e aponta que a aprovação da proposta representará sérios prejuízos à classe trabalhadora.

Clique aqui para ler o documento.

Mulheres da CUT vão ocupar Brasília no próximo dia 24

Sindicalistas reforçam que só a unidade e a luta podem barrar retrocessos
Escrito por: Érica Aragão

“Temos provas e convicções de que nós mulheres somos capazes de reverter processos conservadores da história do Brasil e do mundo”. A afirmação foi feita pela ex-ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres, Eleonora Menicucci, na tarde desta terça-feira (16), na sede da CUT em São Paulo, em reunião do Coletivo Nacional de Mulheres da CUT.

Coletivo de mulheres da CUT/ foto: Roberto Parizotti

Coletivo de mulheres da CUT/ foto: Roberto Parizotti

Eleonora provocou as sindicalistas dizendo que “precisamos transformar nossa indignação em luta e as mulheres precisam dizer não para a consolidação do golpe que está em curso”. A ex-ministra refere-se ao desmonte das políticas sociais e dos direitos, duramente conquistados, que o governo ilegítimo do Michel Temer tem feito desde que tiraram a presidenta Dilma Rousseff do cargo, há um ano.Eleonora lembra que as “mulheres sempre foram protagonistas na resistência ao golpe e tem papel fundamental na luta pela democracia e pelo Estado de direito”.

As mulheres CUTistas discutiram a participação delas no Ocupa Brasília, no próximo dia 24/05. para barrar os desmontes em curso: as reformas da Previdência e trabalhistas, que podem ser votadas na próxima semana, no Congresso nacional.

“Estes projetos são ataques ao modelo democrático de Estado que estava em curso nos últimos anos, o que estão implantando agora é um Estado de exceção, no qual se organiza de outra forma: na retirada de direitos e a repressão”, disse a vice-presidenta da CUT, Carmen Foro.

Carmen lembrou do roteiro de desmontes que o governo ilegítimo vem construindo e destaca a máquina de manipulação da imprensa, “massacrando a população com propagandas enganosas sobre as reformas e os outros projetos que desmontam o Estado”, em alusão à privatização geral que o projeto Temer está colocando em prática.

Da esquerda pra direita: Mara Feltes, Eleonora Menecucci, Junéia Martins e Carmen Foro

Da esquerda pra direita: Mara Feltes, Eleonora Menecucci, Junéia Martins e Carmen Foro

A vice-presidenta da CUT alertou sobre a criminalização da política que a mídia também promove, com ajuda de Temer e seus aliados. “Eles vendem que a política não presta, mas não largam o osso. Eles querem ter o controle do Estado brasileiro”, analisou Carmen.Ela frisou que são as mulheres que mais sofrem com todo esse desmonte do Estado e destacou o papel fundamental da CUT em todo o processo de enfrentamento. “Nós temos a tarefa maior de convencer a sociedade de que só com a luta, a unidade e a resistência poderão reverter o atual momento político”, completou.

A secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, Junéia Martins Batista, disse da importância do encontro das sindicalistas nesse processo. “As mulheres serão as mais prejudicadas com todos esses desmontes. Como disse Simone Beauvoir, basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados”.

A dirigente citou exemplos de outros países que superaram crises parecidas com o que o Brasil está passando e disse como foi que saíram destes momentos tão difíceis.  “Só com uma Frente Ampla Progressista é que teremos a esperança de reconquistarmos a democracia no nosso país”.

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