Descarte de lixo hospitalar de Maceió deverá seguir normas federais

Município deve seguir resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Em abril, foram encontradas várias irregularidades no descarte de lixo.

 

12/06/2013

Do G1 AL

 

Foram definidos, nesta quarta-feira (12), os critérios de separação, coleta, e descarte de lixo hospitalar. A partir de agora, Maceió deverá seguir as normas do Conselho nacional do Meio Ambiente (Conama). O principal objetivo é evitar a contaminação.

“A gente esclareceu que o que tem impacto na transmissão de infecção são os resíduos perfurocortantes que podem transmitir alguma infecção. Esse corresponde a aproximadamente 10% dos resíduos sólidos. Os demais itens, apesar de serem hospitalares, não transmitem infecção”, explica a presidente alagoana de Controle de Infecção Hospitalar, Tereza Tenório.

Para o diretor da Superintendência de Limpeza Urbana Municipal (Slum), Pablo Angêlo, mesmo que os resíduos não ofereçam risco de infecção, eles são contaminantes. “Esses resíduos têm que ser coletados por uma empresa licenciada e contar com um tratamento diferenciado”, expôs o diretor.

No final do mês de abril, a Superintendência de Limpeza Urbana Municipal (Slum) e a Secretaria do Meio Ambiente fizeram fiscalizações em hospitais da capital e encontraram várias irregularidades.

Em abril deste ano, fiscalização encontrou várias irregularidades no descarte de lixo hospitalar. (Foto: Divulgação/Assessoria)

 

Além dos critérios definidos na reunião, a Secretaria do Meio Ambiente vai avaliar procedimentos que já são feitos em outros estados.

“O sindicato dos hospitais repassou uma relação de materiais que são utilizados no Rio Grande do Sul, e nós vamos ver o que se adequa a nossa situação. Vamos marcar uma reunião com o pessoal da Slum, dos hospitais, e junto com os nomes técnicos vamos definir alguma coisa”, disse o coordenador de fiscalização da Sempma, José Soares.

 

Matéria retirada do Portal G1 AL.

 

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