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TEMER QUER ELEVAR CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA DOS SERVIDORES

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Na tentativa de reduzir gastos com o funcionalismo, a equipe econômica estuda aumentar a alíquota previdenciária de servidores federais para até 14%. A medida renderia R$ 1,9 bilhão a mais por ano aos cofres do governo.

A contribuição dos servidores ao regime próprio de Previdência (RPPS) hoje é de 11% sobre a remuneração. A ideia em estudo pelo governo é estabelecer diferentes faixas de contribuição, conforme o salário, com a alíquota máxima de 14%. Assim, quem ganha mais também pagaria um valor maior. Esse modelo já existe no INSS: os trabalhadores da iniciativa privada pagam entre 8% e 11% de seus salários ao mês.

A medida é bem vista por especialistas, que ressaltam o desequilíbrio nas contas não só do INSS, mas também na Previdência nos servidores. O rombo no RPPS chegou a R$ 82,5 bilhões em 12 meses até junho deste ano, e a previsão do governo é de que atinja R$ 85,2 bilhões até o fim de 2017. Mais da metade do resultado negativo vem dos benefícios pagos a servidores civis.

As informações são de reportagem de Idiana Tomazelli no Estado de S.Paulo.

Política desastrosa de Temer leva déficit a R$ 159 bilhões

Vagner Freitas diz que rombo de 159 bi é demonstração inequívoca da má-fé e incompetência
Escrito por: CUT Brasil 

Depois de permanecerem mais de 3 horas em reunião, o presidente ilegítimo Michel Temer e seus ministros da área econômica, não tiveram coragem de anunciar. nesta quinta-feira (10/08). o tamanho do rombo produzido por eles na economia do Brasil. O anúncio oficial ficou para a próxima segunda-feira. No final da noite, porém, um blog da TV Globo confirmou que o Ministério do Planejamento já calculou em R$ 159 bilhões o tamanho real do déficit. É o mesmo número antecipado mais cedo pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, para indicar a extensão do buraco em que os golpistas colocaram o país.

Vagner analisou, em artigo publicado em seu blog, as consequências das ações de Temer e cobrou a redução na taxa de juros. Leio a seguir o artigo nas íntegra.

O governo Temer deve anunciar o aumento da meta de déficit deste ano de R$ 139 bi para R$ 159 bi. A previsão para 2018 também é de um rombo maior nas contas públicas. Além disso, a equipe econômica está estudando limitar a R$ 5.000 o salário de ingresso na carreira do Executivo, congelar o aumento de salário de servidores no ano que vem e ainda cortar auxílio às famílias dos detentos.

O aumento do rombo é uma demonstração inequívoca da má-fé, incompetência e política econômica desastrosa do ilegítimo e golpista Temer. Ele assumiu dizendo que colocaria as contas do país em dia. Na época, meados de 2015, tínhamos desajustes pontuais na economia. Atualmente, o cenário é de profunda recessão. E Temer, agora fala que as contas serão equilibradas apenas em 2020.

Para equilibrar as contas é preciso crescimento econômico com investimentos públicos que alavanquem os investimentos privados, gerem emprego e, consequentemente, aumentem a arrecadação federal. Sem esses elementos não sairemos da crise.

As medidas que Temer enviou ao Congresso alegando que eram para conter os gastos e ajudar a reduzir o rombo nas contas só contribuíram para aumentar o caos econômico e social.

Ele mentiu para a população quando congelou os gastos em áreas como saúde e educação por 20 anos, sob a alegação de que tal medida era essencial para reduzir os custos públicos. Enquanto reduziu o tamanho do Estado e, principalmente as políticas públicas, gastou milhões de reais para se livrar de uma investigação por corrupção e se manter no cargo.

A política econômica de Temer é isso, um desastre. E quem está pagando o pato é a população em geral e a baixa renda com maior intensidade, enfim, é a classe trabalhadora.

O governo deveria criar mecanismos efetivos de retomada do crescimento e a ampliação da arrecadação entre os setores que menos pagam impostos no Brasil, como as grandes fortunas e a tributação sobre lucros e dividendos. Esses recursos devem ser utilizados para garantir a execução dos serviços públicos e para retomada dos investimentos e empregos e não para negociatas fisiológicas ou pagamento de juros da divida pública.

A mais importante alternativa para conter o rombo nas contas é a redução da taxa de juros, que contribui para reduzir a dívida pública e estimula a política industrial e agrícola de exportação. A frustração de receitas é decorrente de uma política de juros altos e cortes de investimentos, o que os economistas chamam de “austericídio. Mas, Temer parece não entender nada sobre isso.

Apostar em uma tributação justa onde ricos pagam mais e pobres pagam menos, em uma redução forte dos juros, que em termos reais, está estratosférico, em que se amplia o investimento publico alavancando os setores privados é a direção mais correta para resolver o rombo nas contas públicas.

Assembleia Geral em São Braz define pauta de reivindicações

Em Assembleia Geral, realizada no município de São Braz, os trabalhadores da Seguridade Social decidiram aceitar a proposta de 5% para todo ramo da Seguridade Social oferecida pela gestão e aprovaram a seguinte pauta de reivindicações da categoria:

1- revisão do PMAQ;

2 – criação da comissão de elaboração do PCCV;

3 – Comissão do PCCV:
-Joselito Rosendo (titular)
-Silvana Nely Costa (suplente)
-Juliana Cortez (titular)
-Marta Leite (suplente)
-Cristiano Santos Limeira (titular)
-José Reinaldo Dias (suplente)
-Marcos Viana (titular)
-Jailton Pereira (suplente)
4 – Criação da direção Municipal do SINDPREV-AL:
-Juliana Cortes – presidenta
-Joselito Rosendo – vice presidente
-Cristiano Santos- sec. Comunicação
-Silvana Nely – secretaria geral
-Kelly Carvalho – sec. De formação política
-Vânia Matias – sec. Da mulher
-Marta Leite – suplente 1
-Marcos Viana – suplente 2

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Câmara de Vereadores de Boca da Mata se compromete em entregar demonstrativo financeiro para viabilizar PCCV

Em reunião, o presidente da Câmara de Vereadores de Boca da Mata, Sérgio Salvador e o contador da Casa se comprometeram com a direção do SINDPREV-AL e Comissão do PCCV em entregar o demonstrativo financeiro, para ser calculado o impacto do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos trabalhadores da Saúde e Assistência Social.

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Após mais de cinco meses, mesa de negociação da Saúde volta a se reunir

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Após um hiato de mais de cinco meses desde a última reunião (RELEMBRE AQUI o que foi debatido nesta, realizada em fevereiro deste ano), a Mesa Setorial de Negociação Permanente do Ministério da Saúde (MSNP/MS) convocou as entidades sindicais para a 53ª reunião ordinária, realizada no último dia 2 de agosto, quarta-feira. Esta reunião teve como pauta a apresentação por parte do ministério do “Sistema Eletrônico de Frequência (Siref)” (Acórdão 29/2017 do TCU – Plenário Primeiro), os informes e encaminhamentos (das bancadas sindical e governamental) e o Planejamento da Mesa Setorial 2017/2018.

Representada por Carlos Roberto dos Santos (Carlão/DF), Regina Célia Silva/SP e Vera Lúcia da Silva Santos/SC, a Fenasps também discutiu com os representantes do governo sobre a incorporação das gratificações (incluindo a GACEN); insalubridade; exames periódicos; Carreira da PST (Seguridade Social); Saúde Indígena e Plano de Saúde dos servidores.

 

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CONFIRA AQUI a íntegra do relatório da 53ª reunião da MSNP/MS.

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