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SINDPREV-AL realiza atos de protesto nas APS do INSS de Maceió contra a Reforma da Previdência

Nesta segunda-feira, Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, diretores do SINDPREV-AL estão percorrendo as Agências do INSS de Maceió para alertar a população sobre os perigos da ações do governo ilegítimo do Sr. Michel Temer.

Desde cedo, diretores do Sindicato estão nas APS realizando atos públicos de protesto. Serão realizados atos nas APS Monte Máquinas, Ary Pitombo e Jatiúca. A partir das 16 horas, haverá uma grande manifestação popular no Centro de Maceió com participação dos vários sindicatos, movimentos populares, entre outros.

Nos planos do governo, a Reforma da Previdência já deveria ter sido aprovada desde o ano passado. O que o impediu de forçar a votação naquela época, e agora também, é o fato de não ter os votos necessários para garantir a vitória.

A luta para derrubar a Contrarreforma da Previdência levou à realização, em 28 de abril de 2017, da maior greve geral que este país já construiu. Mais de 45 milhões de trabalhadores cruzaram os braços e mandaram o recado ao governo Temer que não querem está Reforma que elimina direitos e destrói a Previdência Social.

Ato na APS Monte Máquinas

Ato na APS Monte Máquinas

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O ano de 2017 foi de demolição do orçamento público

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O ano de 2017 foi de demolição do orçamento público. O governo Temer fez 5 REFIS. Para quem não conhece, REFIS é a abreviação de refinanciamentos de dívidas tributarias com a União, que implicam no perdão que varia de 60% a 95% do saldo devedor:

1) REFIS dos municípios: implicou em perda para a Previdência estimada em R$ 30 bilhões;

2) SUPER-REFIS das empresas: perda para a Previdência de R$ 63,8 bilhões no período 2018-2020;

3) REFIS dos produtores rurais: R$ 5,4 bilhões que beneficiarão nove dos 100 maiores devedores da Previdência, dentre eles a JBS;

4) REFIS das petrolíferas, que perdoou a dívida do período de 1997 a 2014 de R$54 bilhões e;

5) Temer, adicionalmente, concedeu redução da base de cálculo de impostos e contribuições das empresas que participaram do leilão de outubro de 2017 do Pré-sal, implicando em perda de R$ 40 bilhões/ano ou R$ 1 trilhão nos próximos 25 anos, sem contar que decretou o fim da indústria naval, eliminação de milhares de postos de trabalho, acabou com a política de conteúdo local, estimulando importações em massa e redução dos impactos positivos da exploração do petróleo no PIB.

Os REFIS foram uma vitória devastadora do capital multinacional, do capital financeiro internacional e do agronegócio. Isso tudo não foi considerado um privilégio. O governo, no entanto, pretende combater os “privilégios” dos servidores públicos e, portanto, vai tentar passar, durante o Carnaval, o ajuste fiscal das contas …da Previdência… que o próprio governo DEMOLIU em 2017.

 

Todos esses números não incluem o impacto da reforma trabalhista sobre as receitas favoritas da Previdência. A reforma trabalhista, que trouxe a terceirizacao, a “Pjotização“, a transformação dos trabalhadores em horistas que serão remunerados por menos que 1 salário minimo.

 

*Texto escrito pela professora de Economia da UFRJ, Denise Lobato.

TODOS NAS RUAS DIA 19 CONTRA A REFORMA E A INTERVENÇÃO MILITAR NO RJ!

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Apesar dos analistas políticos darem como favas contadas a retirada da pauta o projeto de Reforma da Previdência, o governo trama colocar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 287/2016 em votação, se houver a mínima possibilidade de ser aprovada.

 

Ou seja, tudo indica que esta tramoia da intervenção militar e a saída pela tangente é uma resposta aos ataques sofridos pelo governo no magistral desfile de Paraíso do Tuiuti. Portanto, está correto manter e ampliar as atividades desta segunda-feira, 19 de fevereiro. Todos nas ruas para aumentar a pressão sobre o governo!

 

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA! CONTRA A INTERVENÇÃO E A REPRESSÃO!

 

Saiba mais sobre a intervenção militar no RJ no artigo abaixo:

 

A INTERVENÇÃO NO RIO NÃO É UM AI-5 REDIVIVO

Posso estar muito enganado, mas não.me parece que a intervenção do exército na área de segurança do Rio seja uma demonstração de força. Ao contrário, deixa nuas as fissuras na cúpula da coalizão golpista.

 

O primeiro efeito é um petardo no próprio governo: acaba a reforma da Previdência. Não é qualquer coisa. Sem ela, o centro da política econômica – o orçamento de aumento zero – vai para o vinagre.

 

Ao contrário de 1964, o exército não é protagonista. É bucha de canhão para a lambança do PMDB e da Igreja Universal em placas cariocas. Ou seja, dois agentes do golpe foram a pique.

 

Não há estratégia militar alguma, a não ser obedecer ao imperativo da Globo. Como lembra meu amigo Antonio Martins, pode-se estar tentando introduzir um tema lateral – mas de grande apelo popular – nas eleições de outubro, a segurança pública. Aqui não vale a pena subestimar as coisas. Seria o terceiro bode na sala visando construir pretextos para recuos democráticos. O primeiro foi a corrupção e o segundo a moralidade nos costumes (‘ideologia de gênero’, fechamento de museus etc.).

 

O desfile da Tuiuti mostrou algo que deve preocupar a direita: a narrativa essencial, a da dominação secular aberta – escravidão/golpe/reformas – é plenamente compreensível por milhões de pessoas. Isso precisa ser evitado, com uso pesado dia meios de comunicação para se mudar de assunto.

 

A direita tem problemas sérios para se viabilizar nas urnas. Luciano Huck desistiu e FHC – com toda sua ilustração e sapiência – vê em Flávio Rocha, o escravocrata dono da Riachuelo, o novo Príncipe. Só não é anedota porque há coisas melhores para se gargalhar.

 

Propagar o pânico, de que este seria um novo AI-5 ou a antessala de uma ditadura é algo prematuro e irresponsável de se fazer.

O centro da conjuntura continua sendo o agravamento da crise e a perseguição a Lula.

O que houve no Rio é grave. Mas não é o fim do mundo. Ainda.

* Artigo escrito por Gilberto Maringoni e disponível neste blog.

CNTSS/CUT: 19/02 é dia de lutar por direitos e contra a Reforma da Previdência proposta por Temer

Além das paralisações e manifestações por todo país, CUT indica a manutenção da pressão junto aos parlamentares em suas bases eleitorais para que não aprovem a Contrarreforma
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT
Os Sindicatos e Federações filiados à CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social ampliaram seus esforços e estratégias de mobilização para divulgação do “Dia Nacional de Lutas: greve, paralisações e manifestações”, marcado para acontecer em todo o país na segunda-feira, 19 de fevereiro. Os trabalhadores da Seguridade Social – das áreas da Saúde, Previdência e Assistência Social – vão se somar às demais categorias para defender seus direitos e a Previdência Social Pública neste dia de manifestações contra as medidas do governo ilegítimo de Michel Temer. A iniciativa da CUT – Central Única dos Trabalhadores e demais Centrais Sindicais tem como principais bandeiras de organização o combate à Contrarreforma da Previdência (PEC nº 287/16), a manutenção de direitos trabalhistas e sociais e as defesas da Democracia e do Estado de Direito.
A CUT orientou suas entidades filiadas e Ramos para que intensifiquem suas ações com a finalidade de ampliar o diálogo com os trabalhadores e a sociedade sobre o golpe que está sendo tramado contra a Previdência Social Pública e para que participem ativamente das agendas preparadas para 19 de fevereiro. A Central indica a manutenção da pressão junto aos parlamentares em suas bases eleitorais para que não aprovem a Contrarreforma, a realização de assembleias para debater a reforma e organizar greves, paralisações e manifestações, realizar plenárias nas CUTs Estaduais para organização das atividades, discutir a articulação com as demais Centrais e os movimentos populares, fazer panfletagem e assembleias nos locais de trabalho, realizar reuniões nos Estados, entre outras medidas.
O presidente da Confederação, Sandro Alex de Oliveira Cezar, destacou que a intensa luta travada de forma ininterrupta nos últimos tempos tem evitado que o governo golpista coloque em prática mais esta barbaridade contra o trabalhador. Para ele, a Contrarreforma da Previdência está entre as prioridades de Temer e só não foi realizada até agora por conta da resistência dos trabalhadores. “Os espaços institucionais e as ruas foram tomadas em todo este tempo. Mesmo com os mecanismos de repressão institucional e física inerentes aos instrumentos de coerção do Estado, os trabalhadores não se calaram e a cada nova mobilização mais pessoas saíam às ruas em defesa de seus direitos. Inúmeros foram os atos e manifestações realizados por todo o país. Não aceitaremos o fim da Previdência Pública e nem o enfraquecimento das políticas de Seguridade Social,” afirma.
As lideranças da Confederação aproveitam este momento para também esclarecer suas bases e a sociedade que a propaganda do governo de divulgação da Contrarreforma da Previdência se baseia em falsas premissas, quais sejam: a existência de déficit nas contas da Previdência, que a medida não prejudicaria os mais pobres e que os custos com os servidores públicos seriam altos. Já ficou comprovado inúmeras vezes que não há déficit na Previdência Social. A CPI do Senado reiterou isto e chegou à conclusão que se fosse observada a Constituição Federal, a Previdência teria um Fundo de aproximadamente R$ 3 trilhões.
“Esta inverdade já foi comprovada em inúmeros estudos realizados nos meios acadêmico e sindical. Mais recentemente uma CPI do Senado reafirmou que não há déficit na Previdência. Foi comprovado que a área seria superavitária se fossem cobradas as dívidas bilionárias, combatidas a sonegação e as fraudes, colocado fim nas renúncias fiscais e deixado de debitar na conta da Previdência despesas que não lhes são de responsabilidade, como as da própria Seguridade Social. As campanhas de Temer tentam incutir no imaginário popular que a Previdência Pública está quebrada e que o funcionalismo público é composto por “marajás”,” destaca Sandro Cezar.
A falácia de preservação de direitos dos mais vulneráveis economicamente é desmascarada pelo professor Eduardo Fagnani, do Instituto de Economia da Unicamp – Universidade de Campinas. O acadêmico afirma que os trabalhadores de menor renda, tantos os rurais como os urbanos, serão atingidos pela Reforma. Também desmascara o ataque contra o servidor público. Ele demonstra que a média de remuneração do servidor público gira em torno de R$ 4 mil a R$ 5 mil. Explica que existem algumas categorias, do Judiciário e Legislativo, que têm salários acima de R$ 30 mil. Para ele, bastaria que fosse cumprida a Constituição e estes salários seriam corrigidos, “pois nenhum salário deve ser maior que o salário do presidente da República”.
Nos planos do governo, a Reforma da Previdência já deveria ter sido aprovada desde o ano passado. O que o impediu de forçar a votação naquela época, e agora também, é o fato de não ter os votos necessários para garantir a vitória. A CUT e a CNTSS/CUT sempre mantiveram suas entidades filiadas em estado de alerta para evitar mais este imenso prejuízo. A luta para derrubar a Contrarreforma da Previdência levou à realização, em 28 de abril de 2017, da maior greve geral que este país já construiu. Mais de 45 milhões de trabalhadores cruzaram os braços e mandaram o recado ao governo Temer que não querem está Reforma que elimina direitos e destrói a Previdência Social.
Os profissionais da Seguridade Social participaram de forma atuante em seus Estados naquele momento e em todas as agendas propostas pela CUT de defesa dos direitos da classe trabalhadora. Neste dia 19 de fevereiro não será diferente. As categorias pertencentes à Seguridade Social têm sido vítimas prioritárias das arbitrariedades aprovadas por Temer, como a retirada de investimentos nos próximos 20 anos nas principais áreas sociais. Uma dura realidade instituída a partir da EC 95 que só agrava as condições e relações de trabalho dos vários setores de atuação destes trabalhadores e coloca em risco o atendimento prestado à população.
José Carlos Araújo
Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

Segunda-feira, 19 de fevereiro, é dia de lutar contra a Reforma da Previdência

Dia 19 de Fevereiro/2018:
PARALISAÇÃO NACIONAL
CONTRA A REFORMA DA
PREVIDÊNCIA

Neste Dia Nacional de Paralisação contra a Reforma da Previdência, o SINDPREV-AL reafirma que, caso seja aprovada, sua aposentadoria ficará cada vez mais difícil, onde o trabalhador (a) simplesmente NÃO VAI CONSEGUIR SE APOSENTAR por não chegar a idade mínima.
O momento exige esforço conjunto de todos (as) trabalhadores (as) junto aos deputados federais e senadores, para que NÃO VOTEM A FAVOR DO GOVERNO, derrotando esta famigerada Reforma da Previdência do Sr. Michel Temer.
Na prática, a tal Reforma acaba com a possibilidade de aposentadoria para a maioria de homens e mulheres, do campo e da cidade, dos setores público e privado. Imagine se a idade mínima passar para 65 anos de idade! E aposentadoria integral só com 49 anos de contribuição! Será quase impossível de se aposentar.

celio refeito3

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