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Faça parte do SINDCANTO; entrevista seletiva dia 10 de maio/2012

O maestro Luiz Martins, responsável pelo SINDCANTO (Coral oficial do SINDPREV) convida todos (as) os (as) interessados (as) em participar do Coral para uma entrevista seletiva, no dia 10 de maio de 2012, a ser realizada na Casa do Aposentado (a), localizada na rua Godofredo Ferro, 171, Centro – ao lado da Igreja do Salgadinho, às 10:00 horas da manhã.

Lembramos que os ensaios acontecem às terças e quintas-feiras, das 10:00 às 11:30 horas.

Sindprev participa de ato da CUT no primeiro de maio

Janaína Ribeiro/Gazetaweb.com

Movimentos sindiciais organizam ato para o dia 1º de maio CUT promove mobilização para cobrar, dentre outras coisas, o piso nacional da educação, dos agentes de saúde e dos policiais

Parece que o servidor público em Alagoas não tem muito o que comemorar. Pelo menos, é o que argumentam os movimentos sindicais que trabalham em defesa das mais diversas categorias que representam os servidores do Estado. No próximo dia 01, data dedicada no Brasil ao trabalhador, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) prepara uma terça-feira com várias atividades nas ruas e, dentre elas, ato público em defesa da valorização do funcionário.

A mobilização está sendo organizada pela CUT e deverá reunir os diretores dos sindicatos filiados à Central, a exemplo do Sinteal, Sindipol e Sindprev. A concentração será no Posto 7, no bairro da Jatiúca, a partir das 9 horas. Haverá a apresentações musicais no início do ato e, em seguida, um ato público.

As atrações para o público

Estão programadas várias atrações musicais, dentre elas: Trio e Banda ZM, MacQuinteto, Fernanda Guimarães e Maracatu.

SINDPREV e movimentos sociais organizados na Defesa da Saúde Pública de Palmeira dos Índios

Infelizmente, vivemos um verdadeiro caos na saúde pública em Palmeira dos Índios. Servidores da Saúde trabalham sem as mínimas condições; salários defasados e com duas datas-bases do Plano de Cargos, Carreiras e Salários sem negociação. Médicos enfermeiros e dentistas em greve há vários meses, além de inúmeros profissionais pedindo demissão por absoluta falta de estrutura.
Para piorar a situação foi retirado ilegalmente alguns direitos dos servidores, como: Adicional de Insalubridade de 170 Agentes Comunitários de Saúde desde o mês de dezembro de 2011. Redução do Adicional de Insalubridade de todos os profissionais de Saúde que ganham um pouco mais que um salário mínimo.
Para completar o caos, o Sr. Prefeito transferiu mais de 100 funcionários da Saúde para a Educação. Com isso, os postos e demais setores da Saúde ficaram sem vigias, atendentes, funcionários administrativos, entre outros. Outros 200 servidores de outras secretarias também foram remanejados.
Sem sombra de dúvidas o que estamos vendo é uma privatização de todo o sistema de Saúde, além da famigerada terceirização, provavelmente para barganhas políticas, já que estamos em ano eleitoral. Os chamados ‘Padrinhos’ políticos agem livremente, num verdadeiro mercado de votos. Enquanto isso, a Saúde fica destruída, penalizando a população sofrida da nossa cidade.
O povo de Palmeira dos Índios está entregue a própria sorte. O prefeito, insensível, a dor e ao desespero de quem procura em vão o serviço de saúde, fica gastando dinheiro público em propaganda na mídia.
Por tudo o que foi exposto, o SINDPREV e outras 30 entidades da sociedade civil organizada resolveram vir às ruas para denunciar essa situação e exigir, com urgência, uma solução para o caos que estamos presenciando. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto nossos irmãos morrem e sofrem pelo descaso no setor de Saúde.
Queremos o fim da privatização e terceirização da Saúde em Palmeira dos Índios. Não aceitamos barganhas políticas com o sofrimento do povo. Exigimos Saúde de qualidade para todos (as).

Rachaduras, entulho e lixo em prédio do INSS levam à suspensão nos serviços

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Por Sidnei Tenório/tudonahora.com.br

Os servidores da agência Ary Pitombo, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), suspenderam o atendimento nesta quinta-feira (19), para cobrar uma reforma imediata do prédio, que apresenta infiltrações, rachaduras e cujas salas viraram depósitos de lixo. Os funcionários afirmam que a cada 15 dias vão cruzar os braços até que a direção do órgão em Alagoas anuncie o início das obras.

Diretores do Sindicato dos Servidores da Previdência (Sindprev) levaram a reportagem do Tudo na Hora para conhecer a estrutura da agência Ary Pitombo. Segundo o diretor do Sindprev, Ronaldo Alcântara, nos próximos dias o sindicato irá apresentar ao Ministério Público Federal um laudo da Defesa Civil que considera um risco à saúde dos trabalhadores e segurados permanecer no prédio da agência Ary Pitombo.

Os problemas no prédio que recebe cerca de 1 mil segurados e beneficiários por dia começam logo no primeiro andar, onde existem apenas dois banheiros para atender a todos os usuários. No destinado a deficientes físicos, a barra de apoio está repleta de ferrugem.

Na parte da cozinha, há infiltrações, lixo e uma rachadura na parede e no piso que preocupa os servidores. “Trabalho aqui há 27 anos e o abandono chegou ao limite. Temos receio que esse prédio desabe, já que apresenta rachaduras e várias infiltrações. Está perigoso trabalhar e receber a população aqui”, afirmou a servidora e diretora do sindicato, Andréia Malta.

No primeiro andar, apenas algumas salas são utilizadas para atendimento. As demais estão abandonadas e viraram depósitos de entulhos. No segundo andar, a situação é ainda pior: salas com lixo e banheiros sem a menor condição de uso. O terceiro e quarto andar estão vazios. “É difícil entender como o INSS, uma autarquia federal, deixa um prédio central chegar a uma situação como essa”, lamentou a servidora.

Outra situação grave está na escada de emergência, que está coberta de ferrugem.

“Vamos continuar com o calendário de paralisações até que tenhamos uma resposta positiva. É preciso que o atendimento seja transferido temporariamente para outro prédio, enquanto ele passa por uma reforma”, disse Ronaldo Alcântara.

Desde o dia 22 de março, o Edifício Pamares, onde funcionavam órgãos federais em Alagoas, está interditado e os serviços suspensos. Em um primeiro momento, chegou-se a ventilar a possibilidade de os serviços serem transferidos para os andares desativados do prédio onde funciona a agência Ary Pitombo, mas a transferência não foi concretizada.

Convênios na área da saúde entre União e municípios podem ser suspensos em AL

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Setor de contratualização funcionava no Edifício Palmares, interditado há sete dias por riscos em sua estrutura física

Janaina Ribeiro – GazetaWeb

 

 

 

 

 

 

 

É na sala de setor de convênios do Ministério da Saúde onde é feita toda a contratualização das parcerias formalizadas entre as prefeituras alagoanas e o governo federal. Lá, servidores elaboram e autorizam convênios para a transferência de recursos da União para os cofres dos municípios. Mas, esse serviço está ameaçado porque tal departamento funcionava no Edifício Palmares, localizado no Centro, está interditado por determinação da Justiça Federal desde o último dia 23, a pedido do Ministério Público Federal. Para tentar resolver o problema, dois técnicos do MS deverão desembarcar em Alagoas, na próxima segunda-feira (02), para vistoriar o imóvel e emitir parecer sobre a situação estrutural do prédio.

Os técnicos terão a obrigação de elaborar, com rapidez, um relatório e informar ao governo federal se o imóvel tem ou não condições seguras de abrigar os cerca de 200 servidores do próprio Ministério da Saúde e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que, há sete dias, estão sem ter onde trabalhar. O governo federal prometeu ajuda emergencial, caso as obras sejam possíveis.

“Tivemos uma reunião em Brasília na última quarta-feira e ficou acordada a vinda de dois profissionais para vistoria o edifício Palmares. Caberá a eles dizer se vamos ou não poder continuar trabalhando naquele prédio. Se isso for possível, o Ministério da Saúde se comprometeu em fazer a reforma e o órgão até já calcula uma despesa na ordem de R$ 17 milhões. Todavia, tal compromisso seria formalizado por meio da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o MS e o MPF. Portanto, vamos aguardar esse resultado e saber o que será de nós, trabalhadores, nos próximos dias”, explicou Cícero Lourenço, presidente do Sindprev.

Convênios ameaçados de suspensão

No edifício Palmares funciona toda a estrutura administrativa do Núcleo do Ministério da Saúde em Alagoas. Em parte dela, estão os departamentos de convênios, auditorias, serviço de controle de dados, recursos humanos e administração e patrimônio.

“Os setores de convênios e auditorias são os responsáveis pela elaboração e manutenção das parcerias formalizadas entre as prefeituras municipais e o Ministério da Saúde e pela fiscalização na aplicação dos recursos e nas prestações de contas. Então, não é possível que um contrato fique mais de 30 dias sem ser acompanhado, porque, caso isso aconteça, o governo federal poderá não liberar mais dinheiro por causa da falta da documentação necessária para a aprovação dos convênios e liberação de mais verbas. É por isso que precisamos, urgentemente, voltar ao trabalho. Estamos falando de recursos para a manutenção de vários programas de atenção à saúde da população”, apelou o sindicalista.

A interdição do prédio

O Edifício Palmares, que abrigava o Ministério da Saúde e a Abin, foi desocupado e interditado por determinação da Justiça, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), devido a riscos oriundos da precariedade estrutural do prédio. A decisão judicial ocorreu no último dia 23.

Desde então, mais de 200 servidores estão sem trabalhar porque o imóvel foi lacrado. Ainda não existe nenhum outro prédio disponível que possa obrigar os trabalhadores.

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